Sapo
O nome sapo é uma designação genérica de anfíbios da ordem Anura, e em especial da família Bufonidae. No entanto, não sendo uma designação científica, aplica-se também a outras famílias. Por exemplo, o sapo-parteiro pertence à família Discoglossidae, à qual pertencem também as rãs-pintadas.
Existem cerca de 4.800 espécies de sapos. A maioria deles vive próximo a uma fonte de água, muito embora existam sapos que vivam em ambientes úmidos que não são considerados ambientes aquáticos, como a serrapilheira de florestas tropicais úmidas. A necessidade de água é mais premente para os ovos e os girinos do sapo, e algumas espécies utilizam poças temporárias e água acumulada nos ramos de plantas, como as bromélias como sítio de criação.
O sapo se distingue da rã pelas membranas interdigitais pouco desenvolvidas e pela pele mais seca e rugosa. Geralmente, vive em ambiente mais seco.
Os anfíbios dependem da água para a postura de ovos, pois estes não têm casca, e para manter a pele úmida, necessário para a realização da respiração cutânea na qual a troca de gases é feita pela pele. A respiração cutânea é necessária pois a respiração pulmonar não é completamente eficiente.
Depois de alguns dias de postos, dos ovos saem girinos os quais respiram por brânquias, têm uma cauda e não têm pernas. Com o tempo o girino vai perdendo a cauda, desenvolvendo pernas posteriores e anteriores e trocando a respiração branquial pelas respirações pulmonar e cutânea até deixar a água ao término das transformações.
Sapo
Sapos copulando
Gêneros
- Adenomus Cope, 1861.
- Altiphrynoides Dubois, 1987.
- Andinophryne Hoogmoed, 1985.
- Ansonia Stoliczka, 1870.
- Atelophryniscus McCranie, Wilson et Williams, 1989.
- Atelopus Duméril et Bibron, 1841.
- Bufo Laurenti, 1768.
- Bufoides Pillai et Yazdani, 1973.
- Capensibufo Grandison, 1980.
- Churamiti Channing et Stanley, 2002.
- Crepidophryne Cope, 1889.
- Dendrophryniscus Jiménez de la Espada, 1871.
- Didynamipus Andersson, 1903.
- Frostius Cannatella, 1986.
- Laurentophryne Tihen, 1960.
- Leptophryne Fitzinger, 1843.
- Melanophryniscus Gallardo, 1961.
- Mertensophryne Tihen, 1960.
- Metaphryniscus Señaris, Ayarzagüena et Gorzula, 1994.
- Nectophryne Buchholz et Peters In Peters, 1875.
- Nectophrynoides Noble, 1926.
- Nimbaphrynoides Dubois, 1987.
- Oreophrynella Boulenger, 1895.
- Osornophryne Ruiz-Carranza et Hernández-Camacho, 1976.
- Parapelophryne Fei, Ye et Jiang, 2003.
- Pedostibes Günther, 1876.
- Pelophryne Barbour, 1938.
- Pseudobufo Tschudi, 1838.
- Rhamphophryne Trueb, 1971.
- Schismaderma Smith, 1849.
- Spinophrynoides Dubois, 1987.
- Stephopaedes Channing, 1979.
- Truebella Graybeal et Cannatella, 1995.
- Werneria Poche, 1903.
- Wolterstorffina Mertens, 1939.
Ver também
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