Acesita
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Implantada em 31 de Outubro de 1944, a Acesita S.A. é a única produtora integrada de aços planos inoxidáveis e siliciosos da América Latina, com desempenho que a destaca entre os grandes produtores mundiais do setor. Além disso, detém alta tecnologia na produção de aços carbono especiais de alta liga.
Sua implantação marcou o início da vocação siderúrgica da região que mais tarde seria chamada de Vale do Aço, vindo a receber posteriormente a USIMINAS, na cidade que se tornaria o município de Ipatinga.
A Acesita é líder em seu segmento no mercado brasileiro, com 90% de participação, e exporta para outros 57 países. A exportação ganhou um impulso maior através da integração com a rede de distribuição da Arcelor, um dos maiores grupos siderúrgicos mundiais, com sede em Luxemburgo, e acionista majoritária da Acesita.
A Acesita é uma grande empresa de ponta e também em tecnologia. A usina, localizada no município de Timóteo, Vale do Aço, Minas Gerais, possui capacidade instalada para produzir 900 mil toneladas/ano de aço líquido e um avançado Centro de Pesquisas, que desenvolve e testa produtos para diversas aplicações no mercado. A Companhia emprega diretamente cerca de três mil pessoas.
O respeito ao meio ambiente e às comunidades onde atua também faz parte desse negócio. Respaldando esse conceito, a empresa investe continuamente em melhorias de processos com foco ambiental, além de implementar programas de educação e projetos ambientais envolvendo empregados e comunidade.
As áreas de cultura, educação, ação comunitária e capacitação profissional recebem uma atenção especial através da Fundação Acesita, conhecida no Brasil e no exterior pelos trabalhos desenvolvidos junto à comunidade de Timóteo. Hoje, as atividades se expandem também para o Vale do Jequitinhonha, região onde está instalada a Acesita Energética.
Atualmente se chama Arcelor Mittal Inox Brasil.
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AES Eletropaulo
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A AES Eletropaulo é a marca da empresa privada brasileira de capital nacional e estrangeiro denominada Eletropaulo Metropolitana - Eletricidade de São Paulo SA, responsável pela distribuição de energia elétrica para parte dos municípios do estado de São Paulo. Também é conhecida apenas como Eletropaulo, que na verdade é uma empresa estatal extinta, da qual a Eletropaulo Metropolitana a sucedeu.
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[editar] História
A partir de 1995, o então governador Mário Covas criou o Programa Estatual de Desestatização (PED), para iniciar um processo de privatização de inúmeras empresas estatais paulistas, além de trechos de rodovias e ferrovias.
Considerada pelos técnicos do governo estadual como uma empresa grande demais para ser privatizada num único bloco, a antiga empresa estatal de energia Eletropaulo foi dividida em blocos, em quatro empresas menores.
Um dos blocos era a empresa estatal chamada provisoriamente de “Eletropaulo Metropolitana”, uma das empresas mais rentáveis do bloco, responsável pela operação de serviços de energia elétrica na capital de São Paulo e parte da região metropolitana. A Eletropaulo Metropolitana foi privatizada em 1999: o controle acionário da Eletropaulo Metropolitana foi comprado em 15 de abril de 1998, através de leilão, pela Lightgás, subsidiária do grupo Light, formado pelas empresas americanas AES Corporation, Houston Industries Energy, Inc. (a atual Reliant Energy), pela francesa Electricité de France (EDF) e pela brasileira Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).
Em 2001, com a venda das ações da Reliant e da CSN para a AES Corporation, a Eletropaulo Metropolitana passou a ser controlada apenas pela AES. O o novo acionista passou a chamar a empresa de AES Eletropaulo nas contas, cartas, comunicados e propagandas. Eletropaulo Metropolitana - Eletricidade de São Paulo SA é tão somente a razão social da empresa.
[editar] Situação Atual
A AES Eletropaulo é a maior distribuidora de energia elétrica da América Latina, distribuindo energia elétrica a 24 municípios da Grande São Paulo, incluindo a capital. Nesta área, a empresa atende mais de dezesseis milhões de pessoas, concentradas em cinco milhões de unidades consumidoras. O consumo anual aproximado é de 32,5 mil gigawatts-hora (GWh) de energia.
A empresa conta atualmente com cerca de quatro mil funcionários. Entre seus ativos estão 132 estações transformadoras de distribuição (ETD), totalizando 12,6 GVA de potência instalada, 1,7 mil quilômetros de circuito de subtransmissão (138/88 kV) e uma rede de aproximadamente 311 mil quilômetros de condutores aéreos, três mil quilômetros de condutores subterrâneos e 1,2 milhão de postes.
[editar] Eletropaulo - a marca extinta
Oficialmente, a marca e razão social Eletropaulo isoladamente não existe mais desde 1999, com a cisão da empresa em empresas menores, dentre as quais a Eletropaulo Metropolitana: porém, os clientes e usuários em geral ainda não estão habituados as novas denominações das empresas cindidas: o caso da AES Eletropaulo é mais gritante, até pela certa similaridade de nome.
Muitas instalações e placas das novas empresas sucessoras da Eletropaulo também não foram modificados no decorrer do tempo, contribuindo para a confusão. O próprio site de ampresa, apesar de de apresentar a empresa como AES Eletropaulo em toda a sua comunicação visual, tem como endereço virtual a marca/nomenclatura já antiga e extinta (www.eletropaulo.com.br)
Muitos clientes mais antigos, com mais de 50 anos, ainda chamam a AES Eletropaulo de Light, que foi antecessora da Eletropaulo até os anos 1970, ao reclamarem das contas altas junto a familiares e amigos.
[editar] Ligações externas
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Ibovespa
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O Índice Bovespa (Ibovespa) é o mais importante indicador do desempenho médio das cotações das ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo. É formado pelas ações com maior volume negociado nos últimos meses. O valor atual representa a quantia, em moeda corrente, de uma carteira teórica de ações, constituída em 02/01/1968, a partir de uma aplicação hipotética. Atribuiu-se o valor-base de 100 a um lote-padrão cujo carteira se avoluma sem receber mais nenhum aporte, com o acréscimo exclusivo de proventos gerados pelas ações que compõem o lote-padrão tais como a reinversão de dividendos, exercício de direitos e recebimento de bonificações.
Na Bovespa, os investidores podem negociar ações de aproximadamente 500 empresas diferentes. Para se ter um indicador que represente de forma fiel e eficiente o comportamento do mercado, foi criado o Ibovespa. Trata-se da formação de uma suposta carteira de investimentos que, ao final de 2008, é composta de 66 ações retratando a movimentação dos principais papéis negociados na Bovespa, representando não só o comportamento médio dos preços mas também o perfil das negociações - do mercado à vista - observadas nos pregões. Estas ações, em conjunto, representam 80% do volume transacionado nos doze meses anteriores à formação da carteira. Como critério adicional, exige-se que a ação apresente, no mínimo, 80% de presença nos pregões do período. Portanto, o critério de corte é a liquidez do papel.
Para que sua representatividade se mantenha ao longo do tempo, a composição da carteira teórica é reavaliada a cada quatro meses. Essa reavaliação é feita com base nos últimos 12 meses onde são verificadas alterações na participação de cada ação.
O índice é calculado em tempo real, considerando instantaneamente os preços de todos os negócios efetuados no mercado à vista com ações componentes de sua carteira (lote padrão) e é divulgado pela Bovespa, podendo ser acompanhado on line.
[editar] Ajustes do Ibovespa[1]
Valor-base do lote-padrão em 02/01/1968 = 100
- divisão por 100, em 03/10/1983 Valor-base=1
- divisão por 10, em 02/12/1985 Valor-base=1E-01
- divisão por 10, em 29/08/1988 Valor-base=1E-02
- divisão por 10, em 14/04/1989 Valor-base=1E-03
- divisão por 10, em 12/01/1990 Valor-base=1E-04
- divisão por 10, em 28/05/1991 Valor-base=1E-05
- divisão por 10, em 21/01/1992 Valor-base=1E-06
- divisão por 10, em 26/01/1993 Valor-base=1E-07
- divisão por 10, em 27/08/1993 Valor-base=1E-08
- divisão por 10, em 10/02/1994 Valor-base=1E-09
- divisão por 10, em 03/03/1997 Valor-base=1E-10
[editar] Referências
[editar] Ligações externas
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Irlanda
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| Irlanda |
Irlanda (em irlandês: Éire; em inglês: Ireland) é a terceira maior ilha da Europa, situada no oceano Atlântico, que está politicamente dividida entre a República da Irlanda (oficialmente denominada Irlanda), um Estado que cobre cinco sextos (cerca de 85%) da ilha, e a Irlanda do Norte, parte do Reino Unido, que configura a sexta parte mais a nordeste da ilha.
A população da ilha é de aproximadamente 5,8 milhões de habitantes; 4,1 milhões na República da Irlanda e 1,7 milhão na Irlanda do Norte.
[editar] O nome
Éire é o nome em irlandês que se refere tanto à ilha da Irlanda quanto à República da Irlanda. O nome vem da deusa Ériu, que teria ajudado os gaélicos, de acordo com a mitologia céltica, a conquistar a Irlanda, e é uma das três rainhas dos Tuatha Dé Danann. O nome Éire aparece em moedas, selos postais, passaportes e outros documentos oficiais desde 1937.
[editar] Política
Mapa da Irlanda separada com as suas respectivas bandeiras.
Politicamente, a Irlanda é dividida em:
- República da Irlanda, com sua capital estabelecida em Dublin e que cobre cinco sextos da ilha. Irlanda e Eire são os nomes oficiais do estado - em inglês e em irlandês respectivamente - enquanto a República da Irlanda e sua descrição oficial. Ela é chamada de “o sul” ou “a República” por muitos moradores da Irlanda do Norte.
- Irlanda do Norte, cuja capital é Belfast e que faz parte do Reino Unido, é também conhecida como “o norte” pelos nacionalistas e moradores da República da Irlanda, “os seis estados” pelos nacionalistas e “Ulster” pelos unionistas.
Tradicionalmente, a Irlanda é subdividida em quatro províncias: Connacht, Leinster, Munster e Ulster, e, desde o século 19, em 32 condados. 26 destes condados estão na República da Irlanda, e os outros 6 (todos em Ulster) estão na Irlanda do Norte.
[editar] Ver também
Europa
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| Europa | |
A Europa é a parte ocidental do supercontinente euroasiático. Embora geograficamente seja considerada uma península da Eurásia, os povos da Europa têm características culturais e uma história específicas, o que justifica que o território europeu seja geralmente considerado como um continente.
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Índice[esconder] |
[editar] Descrição geral
A parte continental é limitada a Norte pelo Oceano Glacial Árctico, a oeste pelo Oceano Atlântico, a sul pelo Mar Mediterrâneo, pelo Mar Negro, pelas montanhas do Cáucaso e pelo Mar Cáspio, e a Leste, onde a delimitação é mais artificial, pelos Montes Urais e pelo Rio Ural. A Europa inclui também as Ilhas Britânicas, a Islândia e várias ilhas e arquipélagos menores, espalhados pelo Atlântico, Mediterrâneo e Árctico.
Segundo a mitologia grega, Europa foi uma mulher muito bonita que despertou os amores de Zeus, deus-rei do Olimpo.
O continente europeu, que durante as Grandes Navegações foi chamado de Velho Mundo, estende-se quase que inteiramente na zona temperada, acima de 35º de latitude norte, com apenas uma estreita faixa até o círculo polar Ártico. Devido ao seu litoral muito recortado, a influência oceânica é grande, e as temperaturas são geralmente amenas (não há extremos acentuados), com precipitações que oscilam entre 500 e 1 000 mm anuais. Alternam-se em seu relevo extensas planícies, maciços pré-cambrianos ou palezóicos.
A quase totalidade do continente inclui-se no mundo desenvolvido. A agricultura, mecanizada, emprega em média apenas 10% da população economicamente activa, enquanto um terço desta é ocupado na indústria e a maior parte é absorvida pelo sector terciário. A União Europeia (UE), compreendendo 27 estados membros, é a maior e mais importante entidade política, económica e cultural do mundo. A UE é também a maior economia mundial com um PIB estimado em 12,82 trilhões de dólares [1] ultrapassando largamente os Estados Unidos.
A Europa pertence, com a Ásia, a uma massa de terra chamada Eurásia. O continente europeu tem área de 10,3 milhões de quilômetros quadrados e é banhado ao norte pelo oceano Glacial Ártico, a oeste pelo oceano Atlântico e ao sul pelo mar Mediterrâneo. A leste, a fronteira com a Ásia atravessa a Rússia e a Turquia. Esse limite é determinado pelos montes Urais, pelo rio Ural, pelo mar Cáspio, pelas montanhas do Cáucaso e pelo mar Negro. Três nações transcaucasianas (Armênia, Azerbaijão e Geórgia), cujos territórios se estendem até a Ásia, são consideradas integrantes do continente europeu.
O litoral europeu é bastante recortado e apresenta cinco grandes penínsulas — Ibérica, Itálica, Balcânica, Escandinava e da Jutlândia — e várias ilhas e arquipélagos, entre os quais as Ilhas Britânicas, a Islândia, a Córsega, a Sicília e a Creta.
A maior parte do território europeu é formada por planícies. Mais da metade de sua extensão está abaixo de 200 metros, e a altitude média é de 340 metros. O relevo montanhoso prevalece nas porções norte (onde se localizam os Alpes Escandinavos e as cadeias das Ilhas Britânicas) e sul (cortada pelos Pirineus, Alpes, Cárpatos e Balcãs). No centro, uma vasta planície se estende, quase sem interrupção, dos Pirineus aos montes Urais. O continente não abriga rios extensos: o maior deles, o Volga, tem cerca de 3,5 mil quilômetros.
A Europa vista do espaço
Cortesia da NASA
Predomina o clima temperado, mas há variações determinadas pela latitude e pela influência do oceano e da massa continental asiática. O sul apresenta clima mediterrâneo e vegetação de arbustos. No centro e no leste, o clima é continental, tornando-se cada vez mais frio à medida que se avança para o interior. Essa faixa é ocupada por florestas temperadas e de coníferas. No noroeste prevalece o clima oceânico. O extremo norte tem clima polar e sua vegetação típica é a tundra. De acordo com o World Resources Institute, cerca de 40% das florestas do continente foram desmatadas. As maiores extensões de mata nativa são de coníferas e encontram-se na Suécia e na Finlândia.
A Europa tem 761 milhões de habitantes e é o único continente onde a população vem diminuindo. Segundo o Fundo de População das Nações Unidas (FNUAP), ela encolherá a uma taxa de 0,1% ao ano entre 2005 e 2010. O envelhecimento da população exige absorção de imigrantes, principalmente profissionais em tecnologia. Por outro lado, o crescimento do desemprego e o aumento da concorrência no mercado de trabalho vêm impondo obstáculos à entrada de mão-de-obra não qualificada.
A concentração populacional é alta no centro e no oeste e menor nas porções norte e leste. Metade dos europeus vive em cidades pequenas, com até 5 mil habitantes. As grandes cidades, como Berlim, Londres, Madrid, Moscou, Paris, Roma e São Petersburgo, concentram um quatro da população. A maioria dos habitantes fala idiomas do tronco indo-europeu, sendo as línguas mais difundidas as do ramo latino (francês, italiano, castelhano, romeno, português, catalão), germânico (alemão, inglês, neerlandês, sueco, dinamarquês) e eslavo (russo, ucraniano, polaco, servo-croata, checo, búlgaro). Há também idiomas de outras famílias lingüísticas, como o húngaro, o finlandês e o basco.
O cristianismo é a religião com o maior número de seguidores na Europa. No continente existe um número significativo de adeptos tanto do catolicismo quanto do protestantismo e da Igreja Ortodoxa.
Sede da Revolução Industrial, a Europa é o primeiro continente a modernizar sua economia. O parque industrial europeu é, até hoje, um dos mais avançados do mundo. Sua agropecuária utiliza intensivamente tecnologia de ponta, e o continente vem registrando progressiva expansão e modernização dos serviços. Persistem, entretanto, muitos contrastes de desenvolvimento entre os países ocidentais e as nações do leste, que fizeram parte do antigo bloco comunista e desde a década de 1990 buscam implantar a economia de mercado.
Na indústria européia, destacam-se os setores automobilístico, têxtil, químico e de telecomunicações. A produção agropecuária é significativa, mas emprega pequena quantidade de mão-de-obra, por causa da utilização intensiva de máquinas e de técnicas avançadas de cultivo. Entre os principais produtos estão leite, carne bovina e suína, centeio, batata, aveia e trigo. Na mineração sobressai a extração de carvão e minério de ferro.
A Europa Ocidental concentra 90% do PIB do continente, mas os países do antigo bloco socialista, que aderiram à economia de mercado na década de 1990, têm crescido nos últimos anos. Maior pólo turístico do planeta, a Europa atrai anualmente 400 milhões de visitantes.
[editar] História
Castros celtas na Galiza (Espanha).
O homem de Neandertal (Homo sapiens neanderthalensis) é considerada a única espécie humana autóctone da Europa. Esta espécie se encontrava já na Europa quando chegou o homem de Cro-Magnon (Homo sapiens), espécie a que pertence toda a humanidade atual. Estas duas espécies humanas conviveram durante bastante tempo até que o homem de Neandertal se extinguiu provavelmente devido à competição com o homem de Cro-Magnon, se bem que ainda restam inúmeras controvérsias sobre o homem de Neandertal e sua extinção. Por outro lado, parece provado que existiu cruzamento reprodutivo entre ambas as espécies, de forma que em sentido estrito, o Homo sapiens sapiens atual descenderia de ambas as espécies.
A antigüidade clássica está dominada pelo influxo da civilização greco-latina, e do Império Romano sobre o resto de Europa. A decadência do Império Romano e a chegada de novos grupos étnicos com novos reinos, levou à fragmentação política de Europa, sendo seguida por sucessivas tentativas de unificação e conquista, que envolveram o continente em numerosos conflitos e guerras durante a Idade Média, como a guerra dos Cem Anos (que durou 116 anos). Isto, junto com a influência ao continente de novos grupos, como os mongóis chegados das estepes ou o surgimento do Islã, formando uma barreira que dividiu duas culturas e o Mediterrâneo, com choques nesta fronteira, moldou esta época no continente.
A Idade Moderna marca para a Europa o início de processos que mais tarde darão lugar à globalização, sendo a época em que os conflitos bélicos se sucederam cada vez mais desastrosos, como a chamada guerra dos Trinta Anos. Os processos econômicos e o desenvolvimento científico e tecnológico se aceleraram, em prejuízo de outros continentes, de maneira bem mais notória durante a Idade Contemporânea, produzindo conflitos que desencadearam mais guerras (como as guerras Napoleônicas e as guerras mundiais). Hoje os processos tendentes à unificação se tentam pacificamente, tal é o caso da União Europeia, conquanto não isenta de avanços e retrocessos.
A Europa é o continente que teve mais influência na história do mundo (descobertas, conquistas, colonizações, movimentos e revoluções, guerras mundiais, etc).
[editar] Divisão política
