Page 3 of 60«123456»...Last »

Natureza

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ir para: navegação, pesquisa

Nota: Para outros significados de Natureza, ver Natureza (desambiguação).

Uma imagem do espaço sideral.

A expressão Natureza(do latim: natura, naturam, naturea ou naturae) aplica-se a tudo aquilo que tem como característica fundamental o facto de ser natural: ou seja, envolve todo o ambiente existente que não teve intervenção antrópica.

Dessa noção da palavra, surge seu significado mais amplo: a Natureza corresponde ao mundo material e, em extensão, ao Universo físico: toda sua matéria e energia, inseridas em um processo dinâmico que lhes é próprio e cujo funcionamento segue regras próprias (estudadas pelas ciências naturais).

A palavra vem do latim natura.

Índice

[esconder]

[editar] Escala

A escala abrangida pela palavra Natureza, dentro deste contexto, envolve desde o subatômico até o amplamente universal, como os planetas e estrelas. Tomando como o recorte a escala do homem, inclui basicamente o meio ambiente natural e normalmente exclui o meio ambiente construído, de forma a ser tradicionalmente associada à vida selvagem, aos fenômenos e recursos naturais e aos seus processos e dinâmicas próprios. Há também definições que incluem o meio-ambiente alterado pelo homem como elemento da Natureza.

A associação mais popular que se faz à palavra Natureza, ligando-a à definição do parágrafo anterior, a confunde com a idéia de paisagem natural: a paisagem é o resultado dos processos complexos presentes em um determinado ambiente, enquanto a Natureza envolve vários os próprios processos e o resultado.

[editar] Realidade

A Terra vista do espaço. Fotografia tirada pela tripulação da Apollo 17.

O mundo natural costuma estar associado ao mundo real.

[editar] Estudo da Natureza

O estudo sistematizado dos elementos da Natureza, seus processos, actividades e consequências se dá através das Ciências naturais.

[editar] Astronomia

Ver artigo principal: Astronomia

[editar] Biologia

Ver artigo principal: Biologia

[editar] Ciências da Terra

Ver artigo principal: Ciências da Terra

[editar] Ecologia

Ver artigo principal: Ecologia

[editar] Física

Ver artigo principal: Física

[editar] Geologia

Ver artigo principal: Geologia

[editar] Química

Ver artigo principal: Química

[editar] Natureza e o homem

O crescimento das populações, o aumento do consumo ligado às inovações tecnológicas, à escala global, uma proliferação de resíduos que contaminam o ambiente, afectam os ecossistemas, pondo em causa a natureza.

No sentido de permitir um desenvolvimento sustentável, o Homem tem vindo a desenvolver práticas que permitem a proteção e a conservação da Natureza. Dessas práticas podem destacar-se:

[editar] Referências bibliográficas

[editar] Ver também

Outros projectos Wikimedia também contêm material sobre este artigo:
Definições no Wikcionário
Citações no Wikiquote
Categoria no Commons

[editar] Ligações externas

Obtido em “http://pt.wikipedia.org/wiki/Natureza

Performance

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ir para: navegação, pesquisa

História da arte

Por período

Arquitectura - Pintura
Escultura - Design
Literatura - Música
Teatro - Cinema

A Performance é uma modalidade de artes visuais que, assim como o happening, apresenta ligações com o teatro e, em algumas situações, com a música, poesia, o vídeo.

Difere do happening por ser mais cuidadosamente elaborada e não envolver necessariamente a participação dos espectadores. Assim, como geralmente possui um “roteiro” previamente definido, é passível de ser reproduzida fielmente, em outros momentos ou locais.

Como muitas vezes a performance é realizada para uma platéia restrita ou mesmo ausente, seu conhecimento depende de registros através de fotografias, vídeos e/ou memoriais descritivos.

Índice

[esconder]

[editar] Origens

performance como modalidade artística se deu durante a década de 1960, a partir das realizações do grupo Fluxus e, muito especialmente, pelas obras do artista Joseph Beuys. Numa de suas performances, Beuys passou horas sozinho na Galeria Schmela, em Düsseldorf, com o rosto coberto de mel e folhas de ouro, carregando nos braços uma lebre morta, a quem comentava detalhes sobre as obras expostas.

Em alguns momentos, as performances de outros artistas tiveram ligação direta com as obras de body art, especialmente através dos Ativistas de Viena, no final da década de 1960.

[editar] Casos extremos

Em alguns casos, as performances ligadas à body art se tornaram sensoriais ou até masoquistas. Chris Burden rastejou sobre um piso coberto com cacos de vidro, levou tiros e foi crucificado sobre um automóvel. Rudolf Schwarzkogler morreu em 1969 após ter amputado seu próprio pênis em um ato performático (referência do crítico Robert Hughes, citada no livro Arte Contemporânea, uma História Concisa).

Portal A Wikipédia possui o(s) portal(is):
Portal de arte

{{{Portal2}}}

{{{Portal3}}}

{{{Portal4}}}

{{{Portal5}}}

[editar] Referências

[editar] Ver também

[editar] Bibliografia


Artes

Artes
arquitectura | artes cénicas | artes plásticas | cinema | circo | design | dança | arte seqüencial | gastronomia | música | literatura | paisagismo

Suportes artísticos: escultura | pintura | desenho | gravura | instalações | happening | performance | ópera | teatro

Artesanato: joalheria | tapeçaria | ourivesaria | marcenaria | serralheria

Obtido em “http://pt.wikipedia.org/wiki/Performance

Recorde

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ir para: navegação, pesquisa

   

Wikipedia:Revisão

Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor verifique e melhore a consistência e o rigor deste artigo. Considere utilizar {{revisão-sobre}} para associar este artigo com um WikiProjeto.

Recorde ou record, é o ato de superar limites. É um termo usado para se referir a uma marca quantitativa que superou outra registrada anteriormente. Basicamente define a superação e imposição de um novo limite a ser alcançado. A pronúncia correta é “recórde”, porque é uma paroxítona.

Nos esportes é definido como o ato de um ser humano superar o outro. Ato este que recebe em determinadas ocasiões mais importância que um título oficialmente conquistado durante uma competição.

[editar] O Livro dos Recordes

Na década de 1950, mais precisamente no ano de 1951, enquanto participava de uma caçada, sir Hugh Beaver, o então diretor de uma cervejaria chamada Guinness, envolveu-se em uma discussão com seus colegas a respeito de qual seria a ave mais veloz do velho mundo: O Galo-Selvagem ou a Tarombola?

Sir Hugh percebeu que seria uma boa idéia se houvesse um livro, de acesso popular, que servisse como referência para responder a esse tipo de questionamento. Seria um registro documentado de números referentes a feitos humanos e obras da própria natureza.

Foi através de Norris e Ross McWhirter, que administravam uma agência de apuração de fatos em Londres, que a idéia foi colocada em prática. sir Hugh os contratou para fazer um apanhando de registros que dariam forma ao livro.

Em 27 de agosto de 1955, foi publicada a primeira edição do Guinness Book of Records. Livro este que no natal do mesmo ano, viria a ser o livro mais vendido no Reino Unido e recentemente bateu o recorde de livro com copyright mais vendido no mundo, contando com mais de 100 milhões de exemplares vendidos em mais de 100 países.

Em números, somente a Bíblia Sagrada é mais vendida que o Livro dos Recordes.

 Este artigo é somente um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.
 Editor: considere marcar com um esboço mais específico.

Um recorde interessante: 1.010.000.000 (aproximadamente) - O maior número de soluços [[1]] contínuos. Charlie Osborne, de Iowa, nos Estados Unidos, soluçou de 1922 a 1994, sem parar. Fonte: First Certificate Gold, by Sally Burgess with Richard Acklam Márcia Sanchez Luz[[2]]

Obtido em “http://pt.wikipedia.org/wiki/Recorde

Coleção

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

(Redirecionado de Coleção)

Ir para: navegação, pesquisa

Coleção de moedas e papéis-moeda de diversos países.

Em termos gerais, uma colecção ou coleção, na grafia brasileira, é um grupo de itens ou objectos que tenham uma ou mais características em comum. Coleções comuns empreendidas por indivíduos que praticam tal hobby envolvem selos, canetas de ouro, carros, papéis de carta, etc. Independente do valor e da dimensão do objeto colecionado, o objetivo é o mesmo: distrair a mente com algo que é somente seu, cuidar dele e poder orgulhar-se ao mostrar aos amigos. É um oásis para quem está caminhando por um deserto de stress.

[editar] Objetos de colecção:

   

Wikipedia:Reciclagem

Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo.
Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior.

Wikcionário

O Wikcionário possui o verbete: Colecção

Obtido em “http://pt.wikipedia.org/wiki/Colec%C3%A7%C3%A3o

Ano

Ano

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ir para: navegação, pesquisa

Medidas
Tempo
Segundo | Minuto | Hora | Dia | Semana | Quinzena | Mês | Bimestre | Trimestre | Semestre | Ano | Biênio | Triênio | Quadriênio | Qüinqüênio | Década | Século | Milênio
Comprimento
Yoctômetro | Zeptômetro | Attômetro | Femtômetro | Picometro | Nanometro | Micrometro | Milímetro | Centímetro | Decímetro | Metro | Decâmetro | Hectômetro | Quilômetro | Megametro | Gigametro | Terametro | Petametro | Exametro | Zettametro | YottametroOutras:
Ångström
Massa
Grama | Decigrama | Centigrama | Quilograma | Megagrama | Gigagrama | Teragrama | Petagrama

Ano é, aproximadamente, o intervalo de tempo em que a Terra demora a dar uma volta completa em torno do Sol.

Os anos têm uma duração de 365 dias e seis horas, aproximadamente. No calendário gregoriano realiza-se, a cada 4 anos, um ajuste no calendário e adiciona-se mais um dia ao ano, sendo que este ano se denomina bissexto. Existem outras correcções menores, que dão lugar a excepções à regra anterior. A regra concreta é que um ano é bissexto se é múltiplo de 4, como em 1914, não foi bissexto, nem 2114 será (múltiplos de 4), mas 2000 foi (múltiplo de 4).

Também se usa o termo para designar o período orbital de qualquer planeta. Existem vários tipos de ano: tropical, sideral.

[editar] História

A Data Juliana foi inventada pelo estudioso francês José Justo Escalígero (1540-1609) e provavelmente recebeu este nome devido ao pai de Escalígero, o estudioso italiano Júlio César Escalígero (1484-1558). Os astrônomos têm utilizado a Data Juliana para atribuir um número único para cada dia a partir de 1 de janeiro de 4713 AC. Esta é a tão falada Data Juliana (DJ). DJ 0 (zero) designa as 24 horas que vão do meio-dia UTC de 1 de janeiro de 4713 AC até o meio-dia UTC de 2 de janeiro de 4713 AC do calendário juliano.

A “Data Juliana” é diferente do “Calendário Juliano“. O Calendário Juliano foi introduzido por Júlio César em 45 AC mas esse calendário para cada 128 anos atrasava-se um dia, tanto que Dante Alighieri em seus poemas Divina Comédia já reclamava sobre os segundos de arco defasados diariamente, e em um seu poema dá a entender que se, caso igreja não tomasse providências, janeiro inteiro se tornaria inverno. O calendário Juliano continuou em uso corrente até 1582, quando alguns países começaram a mudar para o Calendário Gregoriano. No Calendário Juliano, o ano tropical é aproximado como 365 1/4 dias = 365,25 dias. Isto ocasiona um erro de aproximadamente 1 dia a cada 128 anos. Do nascimento de Cristo até os dias de Dante já havia uma defasagem de 10 dias, ou seja, o inverno chegava dez dias mais cedo do que no tempo de Cristo.

O erro acumulado fez o Papa Gregório XIII reformar o calendário de acordo com as instruções do Concílio de Trento. No Calendário Gregoriano o ano tropical é aproximado como 365 + 97 / 400 dias = 365,2425 dias. Portanto, leva aproximadamente 3.300 anos para o ano tropical se deslocar um dia em relação ao Calendário Gregoriano.

A aproximação 365+97/400 é obtida colocando 97 anos bissextos a cada 400 anos, utilizando as seguintes regras:

Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sáb
  1 2 3 4 15 16
17 18 19 20 21 22 23
24 25 26 27 28 29 30
31            

A bula papal foi respeitada na Itália, Polônia, Portugal e Espanha. Outros países católicos seguiram logo após, mas os países protestantes relutaram em mudar. Os países ortodoxos gregos não mudaram até o início do século XX. A reforma foi seguida pela Inglaterra e seus domínios (incluindo o que agora são os EUA) em 1752. Assim, 2 de setembro de 1752 foi seguido por 14 de setembro de 1752.

Foram elaborados calendários diferentes em várias partes do mundo. Muitos eram anteriores aos sistema Gregoriano, mas a importância desse calendário católico reside no fato de incluírem um referencial que é a data de nascimento de Jesus Cristo . Diferentemente, o Calendário Chinês, que remontaria ao século XIV AC, só atendia o tempo de existência de cada imperador. Duravam da posse até a morte do imperador; após a morte paravam de contar e só reiniciavam a contagem após a posse do novo imperador. Nesse caso os historiadores tiveram que somar os dias da semana até que conseguiram chegar a o Imperador Huangdi que não inventou um calendário mas com certeza tomou posse em 2637 AC. A República Popular da China utiliza o Calendário Gregoriano para as finalidades civis. O Calendário Chinês é utilizado para determinar as festividades.

[editar] Ver também

Wikcionário

O Wikcionário possui o verbete: ano

Obtido em “http://pt.wikipedia.org/wiki/Ano

Livro

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ir para: navegação, pesquisa

Nota: Se procura por O Livro (no sentido de Paul Erdös), consulte O Livro.

Um livro

Livro é um volume transportável, composto por páginas, sem contar as capas[1], encadernadas, contendo texto manuscrito ou impresso e/ou imagens e que forma uma publicação unitária (ou foi concebido como tal) ou a parte principal de um trabalho literário, científico ou outro.

Em ciência da informação o livro é chamado monografia, para distingui-lo de outros tipos de publicação como revistas, periódicos, teses, tesauros, etc.

O livro é um produto intelectual e, como tal, encerra conhecimento e expressões individuais ou colectivas. Mas também é nos dias de hoje um produto de consumo, um bem e sendo assim a parte final de sua produção é realizada por meios industriais (impressão e distribuição). A tarefa de criar um conteúdo passível de ser transformado em livro é tarefa do autor. Já a produção dos livros, no que concerne a transformar os originais em um produto comercializável, é tarefa do editor, em geral contratado por uma editora. Uma terceira função associada ao livro é a coleta e organização e indexação de coleções de livros, típica do bibliotecário.

Índice

[esconder]

[editar] História

Ver artigo principal: História do livro

A história do livro é uma história de inovações técnicas que permitiram a melhora da conservação dos volumes e do acesso à informação, da facilidade em manuseá-lo e produzi-lo. Esta história é intimamente ligada às contingências políticas e econômicas e à história de idéias e religiões.

[editar] Antiguidade

Na Antiguidade surge a escrita, anteriormente ao texto e ao livro. A escrita consiste de código capaz de transmitir e conservar noções abstratas ou valores concretos, em resumo: palavras. É importante destacar aqui que o meio condiciona o signo, ou seja, a escrita foi em certo sentido orientada por esse tipo de suporte; não se esculpe em papel ou se escreve no mármore.

Os primeiros suportes utilizados para a escrita foram tabuletas de argila ou de pedra. A seguir veio o khartés (volumen para os romanos, forma pela qual ficou mais conhecido), que consistia em um cilindro de papiro, facilmente transportado. O “volumen” era desenrolado conforme ia sendo lido, e o texto era escrito em colunas na maioria das vezes (e não no sentido do eixo cilíndrico, como se acredita). Algumas vezes um mesmo cilindro continha várias obras, sendo chamado então de tomo. O comprimento total de um “volumen” era de c. 6 ou 7 metros, e quando enrolado seu diâmetro chegava a 6 centímetros.

O papiro consiste em uma parte da planta, que era liberada, livrada (latim libere, livre) do restante da planta - daí surge a palavra liber libri, em latim, e posteriormente livro em português. Os fragmentos de papiros mais “recentes” são datados do século II a.C..

Aos poucos o papiro é substituído pelo pergaminho, excerto de couro bovino ou de outros animais. A vantagem do pergaminho é que ele se conserva mais ao longo do tempo. O nome pergaminho deriva de Pérgamo, cidade da Ásia menor onde teria sido inventado e onde era muito usado. O “volumen” também foi substituído pelo códex, que era uma compilação de páginas, não mais um rolo. O códex surgiu entre os gregos como forma de codificar as leis, mas foi aperfeiçoado pelos romanos nos primeiros anos da Era Cristã. O uso do formato códice (ou códice) e do pergaminho era complementar, pois era muito mais fácil costurar códices de pergaminho do que de papiro.

Uma conseqüência fundamental do códice é que ele faz com que se comece a pensar no livro como objeto, identificando definitivamente a obra com o livro.

A consolidação do códex acontece em Roma, como já citado. Em Roma a leitura ocorria tanto em público (para a plebe), evento chamado recitatio, como em particular, para os ricos. Além disso, é muito provável que em Roma tenha surgido pela primeira vez a leitura por lazer (voluptas), desvinculada do senso prático que a caracterizara até então. Os livros eram adquiridos em livrarias. Assim aparece também a figura do editor, com Atticus, homem de grande senso mercantil. Algumas obras eram encomendadas pelos governantes, como a Eneida, encomendada a Virgílio por Augusto.

Acredita-se que o sucesso da religião cristã se deve em grande parte ao surgimento do códice, pois a partir de então tornou-se mais fácil distribuir informações em forma escrita.

[editar] Idade Média

Uma página da Bíblia de Gutenberg (Velho testamento).

Na idade Média o livro sofre um pouco, na Europa, as consequências do excessivo fervor religioso, e passa a ser considerado em si como um objeto de salvação. A característica mais marcante da Idade Média é o surgimento do monges copistas, homens dedicados em período integral a reproduzir as obras, herdeiros dos escribas egípcios ou dos libraii romanos. Nos mosteiros era conservada a cultura da Antiguidade. Apareceram nessa época os textos didáticos, destinados à formação dos religiosos.

O livro continua sua evolução com o aparecimento de margens e páginas em branco. Também surge a pontuação no texto, bem como o uso de letras maiúsculas. Também aparecem índices, sumários e resumos, e na categoria de gêneros, além do didático, aparecem os florilégios (coletâneas de vários autores), os textos auxiliares e os textos eróticos. Progressivamente aparecem livros em língua vernacular, rompendo com o monopólio do latim na literatura. O papel passa a substituir o pergaminho.

Mas a invenção mais importante, já no limite da Idade Média, foi a impressão, no século XIV. Consistia originalmente da gravação em blocos de madeira do conteúdo de cada página do livro; os blocos eram mergulhados em tinta, e o conteúdo transferido para o papel, produzindo várias cópias. Foi em 1405 surgia na China, por meio de Pi Sheng, a máquina impressora de tipos móveis, mas a tecnologia que provocaria uma revolução cultural moderna foi desenvolvida por Johannes Gutenberg.

[editar] Idade Moderna

No Ocidente, em 1455, Johannes Gutenberg inventa a imprensa com tipos móveis reutilizáveis, o primeiro livro impresso nessa técnica foi a Bíblia em latim. Houve certa resistência por parte dos copistas, pois a impressora punha em causa a sua ocupação. Mas com a impressora de tipos móveis, o livro popularizou-se definitivamente, tornando-se mais acessível pela redução enorme dos custos da produção em série.

Com o surgimento da imprensa desenvolveu-se a técnica da tipografia, da qual dependia a confiabilidade do texto e a capacidade do mesmo para atingir um grande público. As necessidades do tipo móvel exigiram um novo desenho de letras; caligrafias antigas, como a Carolíngea, estavam destinadas ao ostracismo, pois seu excesso de detalhes e fios delgados era impraticável, tecnicamente.

Uma das figuras mais importantes do início da tipografia é o italiano Aldus Manutius. Ele foi importante no processo de maturidade do projeto tipográfico, o que hoje chamariamos de design gráfico ou editorial. A maturidade desta nova técnica levou, entretanto, cerca de um século.

[editar] Portugal

Fotografia de um livro publicado em 1866.

Em Portugal, a imprensa foi introduzida no tempo do rei D. João II. O primeiro livro impresso em território nacional foi o Pentateuco, impresso em Faro em caracteres hebraicos no ano de 1487. Em 1488 foi impresso em Chaves o Sacramental de Clemente Sánchez de Vercial, considerado o primeiro livro impresso em língua portuguesa, e em 1489 e na mesma cidade, o Tratado de Confissom. A impressão entrava em Portugal pelo nordeste transmontano. Só na década de noventa do século XV é que seriam impressos livros em Lisboa, no Porto e em Braga.

Na idade Moderna aparecem livros cada vez mais portáteis, inclusive os livros de bolso. Estes livros passam a trazer novos gêneros: o romance, a novela, os almanaques.

[editar] Idade Contemporânea

Cada vez mais aparece a informação não-linear, seja por meio dos jornais, seja da enciclopédia. Novas mídias acabam influenciando e relacionando-se com a indústria editoral: os registros sonoros, a fotografia e o cinema.

O acabamento dos livros sofre grandes avanços, surgindo aquilo que conhecemos como edições de luxo.

[editar] Livro eletrônico

Ver artigo principal: livro digital

Enciclopédia

De acordo com a definição dada no início deste artigo, o livro deve ser composto de um grupo de páginas encadernadas e ser portável. Entretanto, mesmo não obedecendo a essas características, surgiu em fins do século XX o livro eletrônico, ou seja, o livro num suporte eletrônico, o computador. Ainda é cedo para dizer se o livro eletrônico é um continuador do livro típico ou uma variante, mas como mídia ele vem ganhando espaço, o que de certo modo amedronta os amantes do livro típico - os bibliófilos.

Existem livros eletrônicos disponíveis tanto para computadores de mesa quanto para computadores de mão, os palmtops. Uma dificuldade que o livro eletrônico encontra é que a leitura num suporte de papel é cerca de 1,2 vez mais rápida do que em um suporte eletrônico, mas pesquisas vêm sendo feitas no sentido de melhorar a visualização dos livros eletrônicos.

[editar] A produção do livro

Biblioteca moderna em Chambery, França

A criação do conteúdo de um livro pode ser realizada tanto por um autor sozinho quanto por uma equipe de colaboradores, pesquisadores, co-autores e ilustradores. Tendo o manuscrito terminado, inicia a busca de uma editora que se interesse pela publicação da obra (caso não tenha sido encomendada). O autor oferece ao editor os direitos de reprodução industrial do manuscrito, cabendo a ele a publicação do manuscrito em livro. As suas funções do editor são intelectuais e econômicas: deve selecionar um conteúdo de valor e que seja vendável em quantidade passível de gerar lucros ou mais-valias para a empresa. Modernamente o desinteresse de editores comerciais por obras de valor mas sem garantias de lucros tem sido compensado pela atuação de editoras universitárias (pelo menos no que tange a trabalhos científicos e artísticos).

Cabe ao editor sugerir alterações ao autor, com vista a ajustar o livro ao mercado. Essas alterações podem passar pela editoriação do texto, ou pelo acréscimo de elementos que possam beneficiar a utilização/comercialização do mesmo pelo leitor. Uma editora é composta pelo Departamento editorial, de produção, comercial, de Marketing, assim como vários outros serviços necessários ao funcionamento de uma empresa, podendo variar consoante as funções e serviços exercidos pela empresa. Na mesma trabalham os editores, revisores, gráficos e designers, capistas, etc. Uma editora não é necessariamente o produtor do livro, sendo que quase sempre essa função de reprodução mecânica de um original editado é feita por oficinas gráficas em regime de prestação de serviço. Dessa forma, o trabalho industrial principal de uma editora é confeccionar o modelo de livro-objeto, trabalho que se dá através dos processos de edição e composição gráfica/digital.

Livros

A fase de produção do livro é composta pela impressão (posterior à imposição e montagem em cadernos - hoje em dia digital), o alceamento e o encapamento. Podendo ainda existir várias outras funções adicionais de acréscimo de valor ao produto, nomeadamente à capa, com a plastificação, relevos, pigmentação, e outros acabamentos.

Terminada a edição do livro, ele é embalado e distribuído, sendo encaminhado para os diferentes canais de venda, como os livreiros, para daí chegar ao público final.

Pelo exposto acima, talvez devêssemos considerar que a categoria livro seja a concepção de uma coleção de registros em algum suporte capaz de transmitir e conservar noções abstratas ou valores concretos. No início de 2007, foi noticiada a invenção e fabricação, na Alemanha, de um papel eletrônico, no qual são escritos livros.

[editar] Classificação dos livros

Os livros atualmente podem ser classificados de acordo com seu conteúdo em duas grandes categorias: livros de leitura seqüencial e obras de referência.

[editar] Obras de referência

[editar] Cânones da literatura ocidental

Não é raro que se procure uma indicação de clássicos da literatura. Em 1994, o crítico americano Harold Bloom publicou a obra O Cânone Ocidental, em que discutia a influência dos grandes livros na formação do gosto e da mentalidade do ocidente. Bloom considera a tendência de se abandonar o esforço em se criar cânones culturais nas universidades, para evitar problemas ideológicos, problemática para o futuro da educação.

[editar] Curiosidades

Referências

  1. Dados da Unesco (em inglês)

[editar] Bibliografia

[editar] Ver também

Wikiquote

O Wikiquote tem uma coleção de citações de ou sobre: Livros.

Commons

O Wikimedia Commons possui multimídia sobre Livro

Wikcionário

O Wikcionário possui o verbete: Livro

[editar] Ligações externas

Obtido em “http://pt.wikipedia.org/wiki/Livro

Guinness World Records

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

(Redirecionado de Livro Guinness dos Recordes)

Ir para: navegação, pesquisa

Autor(a/as/es) nenhum
Tradutor(a/as/es) Ana Carolina Mesquita e Otavio Albuquerque
Ilustrador Ian Bull, Trudi Webb
Arte de capa Yeung Poon
Idioma Inglês, Potuguês Brasileiro, Português Europeu, Árabe, Chinês, Croata, Tcheco, Dinamarquês, Holandês, Finlandês, Francês, Alemão, Grego, Hebraico, Húngaro, Islandês, Italiano, Japonês, Norueguês, Russo, Esloveno, Eslovaco, Espanhol, Sueco e Turco e mais 12 línguas
Série Guinness World Records
Assunto(s) Recordes Mundiais
Editora Hit Entertainment
Lançado em 17 de Setembro de 2008 (2009,número 44)
Páginas 289
ISBN ISBN 978-1-904994-18-3.

O Livro Guinness dos Recordes (Guinness World Records, antigo Guinness Book of Records) é um livro, publicado anualmente, que contém uma coleção de recordes e superlativos reconhecidos internacionalmente, tanto em termos de performances humanas como de extremos da natureza. Em 2003, o livro chegou a 100 milhões de cópias vendidas, desde a sua primeira edição em 1955, sendo o livro mais vendido da história (Tirando livros sem copyright, como o Alcorão e a Bíblia.).É como se 0,83% de todo o mundo tivesse comprado seu próprio Guinness.Hoje, ele é publicado em 37 línguas.

O de 2009 é o quinquagésimo-quinto.

Índice

[esconder]

[editar] Guinness World Records 2009

Publicado no último outono, o Guinness World Records 2009 continua aumentando o número de recordes e superlativos intrigantes, informativos, inspiradores e educativos que fizeram do Guinness World Records um dos livros e uma das marcas mais famosas no mundo.Este livro só se encontra à venda em livrarias autorizadas.

[editar] A História Do Guinness World Records

Em 10 de Novembro 1951,sir Hugh Beaver, diretor administrativo da cervejaria Guinness, participou numa caçada e acabou envolvendo-se numa discussão: qual seria a ave de caça mais veloz da Europa – a tarambola ou o galo-selvagem? Foi assim que ele se deu conta de que um livro que fornecesse respostas para este tipo de pergunta talvez fizesse sucesso. E estava certo!

A ideia de sir Hugh tornou-se realidade quando Norris e Ross McWhirter, que administravam uma agência de apuração de factos em Londres, foram contratados para fazer uma coletânea que viria a tornar-se o Guinness Book of Records. A primeira edição foi publicada em 27 de agosto de 1955 e, no Natal daquele ano, já havia chegado ao topo da lista dos mais vendidos do Reino Unido.

Desde então, o Guinness World Records passou a ser um nome conhecido por todos e líder global do sector de recordes mundiais. Nenhuma outra iniciativa reune, confirma, homologa e apresenta dados sobre recordes mundiais com o mesmo nível de investimento em termos de abrangencia e autenticidade.

A Equipe de Administração de Recordes está sempre atenta para garantir a precisão e relevância de cada um dos recordes do Guinness World Record; a Equipe de Gerentes de Recordes atua com uma imparcialidade e compromisso com a verdade inabaláveis. Um facto só pode tornar-se um recorde do Guinness World Records depois de testado, verificado e comprovado, acima de qualquer suspeita.

O próprio livro acabou batendo um recorde. Com mais de 100 milhões de exemplares vendidos em 100 países diferentes e em 37 idiomas, o Guinness World Records é o livro com copyright mais vendido da história, em todo o mundo!

[editar] GWR Day 2008

Prepare-se para se tornar o dono de um recorde e ser parte do fantástico Dia Guinness World Records, 8 de novembro de 2008!

O terceiro Dia Guinness World Records, ocorrido em 8 de novembro de 2007 viu atos fantásticos, de inacreditáveis habilidades, perseverança e amizade, enquanto o mundo tentava quebrar recordes no mesmo dia, e o GWR incluiu 50 novos recordes à sua base de dados.

Com os recordes variando entre Mais pessoas se beijando simultaneamente na França, Maior aula de dança sob a água na Austrália, Quebra de bloco de concreto na Noruega, Mais longa fila de dançarinos no Canadá e Maior corrente de sutiãs na África do Sul, o dia foi uma grande e divertida loucura de quebra de recordes no mundo inteiro.

E o Guinness World Records não podia perder nada em toda essa aventura de quebra de recordes! O editor-chefe Craig Glenday e o árbitro Scott Christie fizeram parte da tentativa de recorde de Maior Quantidade de Entrevistas em 24 horas, e conseguiram um total de 54 participações nas estações de rádio na Inglaterra! Eles já estão se preparando para bater esse recorde no ano seguinte.

Este ano, o Dia Guinness World Records será de novo celebrado no mundo inteiro em 8 de novembro.

[editar] Evolução

Alguns recordes mundiais tem menos tentativas de quebras do que outros: Suresh Joachim, quebrou o recorde mundial de passar roupa, passou a roupa durante 55 horas e 5 minutos, no Shoppers World, Brampton.

Edições mais recentes têm-se centrado no registro dos feitos humanos concorrentes.Concursos vão desde aqueles recordes óbvios, como levantamento de peso á mais divertida, como jogar um ovo a mais longa distância ou o maior número de cachorros quentes que podem ser consumidos em dez minutos.Além de registros sobre concursos, que contém factos tais como o tumor mais pesado, a planta mais venenosa, o menor rio (Roe River), o mais antigo teatro em execução (Guiding Light), o mais bem sucedido do mundo vendedor (Joe Girard), o mais bem sucedida realidade televisiva grupo musical (Girls Aloud). Muitos registros referem-se também a mais jovem pessoa que alcançou uma coisa, como a pessoa mais jovem a visitar todas as nações do mundo, sendo Maurizio Giuliano.

Cada edição contém uma selecção de grande conjunto de registros nos dados do Guinness, bem como os critérios de escolha que tenham mudado ao longo dos anos.

O afastamento de Norris McWhirter de sua consultora de papel em 1995 e a subsequente decisão dada por Diageo plc (public limited company: um tipo de sociedade anônima na Grã-Bretanha) de vender a marca Guinness World Records ajudaram a transformar o Guinness em um livro altamente ilustrado, um produto colorido.

Estas mudanças não fizeram nenhum dano ao seu sucesso comercial: o Guinness Book of Records é o livro mais vendido do mundo com direitos autorais, assim que ganhar uma entrada dentro de suas próprias páginas. Um certo número de livros e séries de televisão também foram produzidos. Novamente a ênfase nesta mostra foi espectacular, divertidas acrobacias, em vez de qualquer aspiração de informar ou educar. A marca Guinness World Records é agora propriedade da HIT Entertainment.

O Guinness World Records não acompanha a categoria de “pessoa com mais records”, como esta muda com muita frequência, e de records, uma vez que existam podem agora ter sido “descansado” e, portanto, esta não seria uma categoria justa.

Em 2005, o Guinness designou a data 9 Novembro como Dia Internacional Guinness World Records para incentivar a quebra de recordes mundiais, que foi descrito como “um sucesso fenomenal”. A versão 2006 foi baptizada “maior evento internacional do mundo”, com uma estimativa de 100.000 pessoas em mais de 10 países participantes. A promoção arrecadou 2244 records novos ao Guinness crescendo assim 173% a mais que o ano anterior.

Em 2006, Michael Jackson visitou o escritório do Guinness World Records em Londres para arrecadar 7 Records Oficiais Certificados relacionados com a sua bem sucedida carreira como vocalista e compositor de músicas.

Em 9 de Janeiro de 2007, o Guinness anunciou que estava trabalhando com AskMeNow para oferecer acesso móvel para o Guinness World Records na base de dados. A empresa tem vindo a colaborar com o Reino Unido-com base firme em Texperts já há vários anos, e ambas as empresas que oferecem acesso exclusivo ao seu banco de dados.

[editar] Questões éticas

Vários recordes mundiais, uma vez que foram incluídos no livro foram removidos por razões éticas. Ao publicar recordes mundiais em uma categoria, o livro pode encorajar outros a tentar bater recorde que, mesmo à custa de sua própria saúde e segurança. Por exemplo, na sequência da publicação do recorde “o gato mais pesado”, muitos proprietários de gatos começaram a dar muito de comer ao seus animais para além dos limites do que era saudável, para entradas como estas foram removidos.O Guinness Book também caiu dentro de seus records “records de comer e beber” das Realizações do Homem em 1991 mais de preocupações que os potenciais concorrentes poderia fazer mal aos próprios competidores e exponha o editor de potenciais litígios. Estas mudanças incluíram a remoção de todas as bebidas alcoólicas, os recordes de vinho e drinques de cerveja, juntamente com outros records incomuns como consumir tais coisas improváveis como bicicletas e árvores.

Outros records, tais como engolir espadas, foram fechados a uma maior entrada como os actuais titulares tinham realizado além do que são consideradas seguras tolerâncias humanas. Tem havido casos em que encerrou os records e assim foram reabertos. Por exemplo,a engolição de espadas listado como encerrada em 1990 Guinness Book of World Records, mas o Guinness World Records Primetime TV show, que se iniciou em 1998, aceitou três desafios para engolir espadas.

[editar] Museus:

Museu Guiness em Hollywood, California (EUA).

Nos últimos anos, a empresa Guinness tem permitido o franchising dos pequenos museus com monitores baseado no livro, todos atualmente (2005) localizado nas cidades populares com turistas: Tokyo, Surfers Paradise, Copenhagen, San Francisco, San Antonio, Niagara Falls, Hollywood, Atlantic City, Myrtle Beach, Carolina do Sul e Gatlinburg, Tennessee. Houve também uma vez ao Guinness World Records exposição no Trocadero, em Londres. Enquanto alguns museus são dramáticos, como as estátuas mais altas do mundo, ou vídeos de records a serem quebrados, muita da informação é apresentada apenas com texto e fotos.

[editar] Séries de TV:

O Guinness World Records foi encomendado por várias séries televisivas, as séries televisivas foram:

[editar] Ver também

[editar] Ligações externas

Obtido em “http://pt.wikipedia.org/wiki/Guinness_World_Records

Lista de marcas de charuto

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ir para: navegação, pesquisa

Lista de marcas de charuto das principais regiões produtoras do mundo:

Índice

[esconder]

[editar] Brasil

[editar] Cuba

Marcas Internacionais(Distribuição Global)

Marcas Especiais(Marcas de nincho - produto limitado)

Marcas Multi-Locais(Geralmente disponíveis)

Marcas Locais(Disponibilidade avaliada)

Marcas descontinuadas

(*)A marca é considerada excluída do portifólio da estatal Habanos S/A e tida como produção cancelada. É possível encontrar sob comercialização em algumas cidades do Brasil, porém o produto se destina exclusivamente à padarias, bancas de jornal e outros pontos de venda não especializados. Charuto do tipo short filler, similar à marca americana Philies.

[editar] Republica Dominicana

[editar] Honduras

[editar] México

[editar] Nicarágua

[editar] Estados Unidos

Obtido em “http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_marcas_de_charuto

Marca registrada

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ir para: navegação, pesquisa

Símbolos da Marca Registrada usadas no Brasil, que serve para indicar que uma obra está registrada aos direitos do autor e não pode ser copiada

Uma marca registrada ou marca registrada comercial (respectivamente, símbolos ® ou , do inglês trademark em alguns países) é qualquer nome ou símbolo utilizado para identificar uma empresa, um produto (bem de consumo) ou serviço. As marcas registradas são um tipo de propriedade intelectual e sua efetividade depende do registro de exclusividade concedido por autoridades governamentais competentes.

De modo geral, as marcas registradas são representadas por logotipos, palavras ou frases (slogan), usados separadamente ou de forma combinada. A marca tem como função permitir que o consumidor possa identificar a origem de um produto ou serviço, possibilitando-lhe distinguir este produto ou serviço de outros similares existentes no mercado.

[editar] Registro

O registo da propriedade industrial envolve alguns custos, materializados no pagamento de taxas periódicas, para que os direitos permaneçam válidos. Alguns destes direitos têm prazos de validade, findos os quais expiram, como são os casos das patentes, dos desenhos e dos modelos. As marcas, por seu lado, podem ser mantidas através da renovação do pagamento das taxas devidas, são 45 classes de marcas (34 de produto e 11 de serviços). O registro de propriedade industrial é válido apenas para o território no qual esta propriedade é registrada, ou seja, se deseja registrar uma marca internacionalmente, deve registrá-la separadamente em cada país.

Para registar uma marca no Brasil há vários métodos, um deles é o INPI(Instituto Nacional de Propriedade Industrial), instituto governamental, também há outros particulares, que trabalham com registro de marcas em outros países; o preço vária de empresa para a empresa, o INPI criou o e-Marcas, uma ferramenta para agilizar o processo do registro de Marcas. Em Portugal o organismo público a quem compete a atribuição e o registo de direitos de propriedade industrial sendo eles Marcas, Patentes, Desenhos e Modelos, também se chama INPI.

[editar] Ver também

[editar] Bibliografia

Este artigo é um esboço sobre direito. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.

Obtido em “http://pt.wikipedia.org/wiki/Marca_registrada

Marca

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ir para: navegação, pesquisa

Nota: Se procura o diário esportivo espanhol, consulte Marca (jornal).

Nota: Se procura os distritos medievais, consulte Marca de fronteira.
Marca é a representação simbólica de uma entidade, qualquer que ela seja, algo que permite identificá-la de um modo imediato como, por exemplo, um sinal de presença, uma simples pegada. Na teoria da comunicação, pode ser um signo, um símbolo ou um ícone. Uma simples palavra pode referir uma marca.

O termo é frequentemente usado hoje em dia como referência a uma determinada empresa: um nome, marca verbal, imagens ou conceitos que distinguem o produto, serviço ou a própria empresa. Quando se fala em marca, é comum estar-se a referir, na maioria das vezes, a uma representação gráfica no âmbito e competência do designer gráfico, onde a marca pode ser representada graficamente por uma composição de um símbolo e/ ou logotipo, tanto individualmente quanto combinados.

No entanto, o conceito de marca é bem mais abrangente que a sua representação gráfica. Uma empresa através de seu nome fantasia e da sua representação gráfica - comunica a “promessa” de um produto, seu diferencial frente aos concorrentes que o faz especial e único. Busca-se associar às marcas uma personalidade ou uma imagem mental. Assim, pretende marcar a imagem na mente do consumidor, isto é, associar a imagem à qualidade do produto. Em função disto, uma marca pode formar um importante elemento temático para a publicidade. Possui vários níveis de significado, entre eles cultura, atributos ou benefício. É fundamental entender que o conceito de marca é mais intangível do que tangível, pois o consumidor de determinada classificação demográfica tem sensações, experiências e percepções diferentes sobre a mesma marca em relação a outro consumidor classificado demograficamente da mesma forma.

[editar] Ver também

[editar] Ligações externas

Obtido em “http://pt.wikipedia.org/wiki/Marca

Page 3 of 60«123456»...Last »