Hagah
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| hagah RBS Interativa S.A. |
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O hagah é um portal de negócios, oportunidades e soluções centradas em informação, interatividade e transações focado na região Sul do Brasil. Lançado em abril de 2006 pela unidade de Internet e Inovação do Grupo RBS, está presente no Rio Grande do Sul (Grande Porto Alegre, Vale do Sinos, Serra Gaúcha e Litoral Gaúcho), em Santa Catarina (Grande Florianópolis, Joinville, Litoral Catarinense e Vale do Itajaí) e no Paraná (Grande Curitiba).
É formado por nove canais temáticos. Classificados de Veículos e Imóveis, focados em serviços de classificados. Cultura e Diversão, Guia Local, Cinema, Bares e Restaurantes oferecem ao internauta um meio de acesso via busca a locais e serviços das regiões de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, e aos principais eventos culturais de cada região. Mapas e Rotas, que disponibiliza posições geográficas de endereços, além de um serviço de rotas dentro de uma mesma cidade. Celular, um canal de entretenimento, onde é possível personalizar o celular com toques, imagens, vídeos e jogos. Blogs e Promoções, canais onde você interage diretamente com sua opinião.
Categorias: Internet do Brasil | Empresas ponto com | Comércio eletrônico | RBS
Estante Virtual
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| Estante Virtual |
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A Estante Virtual é um portal brasileiro que reúne milhares de sebos (em Portugal, alfarrabista) e livreiros de vários estados e cidades do país, disponibilizando aos usuários uma variedade grande de livros, revistas, etc. usados ou novos para comercialização via internet. No momento são quase 3 milhões de livros online e mais de 16 milhões de livros offline em 1.049 sebos de 194 cidades.[2]
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[editar] História
O portal Estante Virtual começou em novembro de 2005 e foi criado pelo administrador carioca André Garcia e contava com poucos sebos se comparado a atualidade, 12 e cerca de 5 mil exemplares disponíveis no acervo de então.[3] Segundo se conta, Garcia estava em busca de determinados livros pela internet, nessa empreitada encontrou dificuldades, além dos preços elevados ele considerou extramente precários e desorganizados os sebos eletrônicos de então, muitos dos quais sequer tinham disponíveis os acervos online e necessitavam de utilizar o telefone para a negociação. A partir daí ele pensou na criação de um portal que visaria, segundo o próprio “centralizar as buscas por livros usados”.[4]
A dezembro de 2006 tinha registrados mais de 20 mil usuários cadastrados, não só do Brasil, mas também de outros países como Portugal, Espanha, França, Bélgica, Noruega, Venezuela, Estados Unidos e Japão.[5]
[editar] Funcionamento
A busca é feita por autor, título, editora ou descrição. Se inserir outros detalhes, como por exemplo a coleção da qual o livro procurado pertença a busca também retornará resultados. É possível também fazer busca offline e por sebos. Cada livro selecionado demonstra informações básicas, como: título, autor, editora, ano, gênero, estado de conservação, além é claro do preço e o vendedor responsável, junto com informações a respeito de suas qualificações positivas e negativas e de pagamento e forma de envio. Alguns livros também contém fotos. A forma de pagamento e a entrega é tratada com o venededor do livro em questão. A entrega é geralmente feita por correio. Os usuários podem qualificar os sebos e vendedores com notas, o que ajuda a criar um banco de dados sobre a reputação dos vendedores para auxiliar a todos como consulta na hora da compra. Os sebos contam com material além de livros tradicionais, e inclui revistas, revistas em quadrinhos etc. No portal há também um fórum para discussão e troca de informações, dicas e experiências entre a comunidade do portal sobre livros, etc.[6] Há ainda no portal sesões de newsletter, um blogue e parte de imprensa.
[editar] Prós e contras
[editar] Prós
- Grande acervo de livros disponíveis.
- Reunão de milhares de sebos de várias cidades diferentes.
- Facilidade de acesso, sem precisar andar atrás de livros em sebos físicos.
- Maior facilidade de acesso a livros raros ou incomuns.
- Economia de tempo.
- Alguns livros têm o preço mais em conta que em sebos físicos.
[editar] Contras
- Preço acrescido de frete.
- Tempo de entrega.
- É necessário cadastramento no portal.
[editar] Ver também
- TodaOferta
- PagSeguro (antigo BRPay)
- MercadoLivre
- SebosOnline
- Amazon.com
- Sebo
- Loja virtual
- Livro eletrônico
- Wikilivros
Referências
- ↑ Rádio CBN - entrevista do criador
- ↑ Estante Virtual Acessado a 23 de julho de 2008.
- ↑ Café Colombo
- ↑ Rádio CBN - entrevista do criador
- ↑ Café Colombo
- ↑ Estante Virtual - Fórum
[editar] Ligações externas
- (em português) Estante Virtual
- (em português) Blogue da Estante Virtual
- (em português) EDUSP - Editora da Universidade de São Paulo - Sebos on-line
- (em português) dicas-l - A estante virtual: qualidades e defeitos.
- (em português) Traça.com - Gazeta do Povo (PR): Prateleiras virtuais- Portal reúne acervos de sebos de todo o país e favorece o crescimento do setor livreiro
Categorias: Portais | Sites | Comércio eletrônico
eBay
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eBay é o nome de uma empresa de comércio eletrônico fundada nos Estados Unidos, em Setembro de 1995, por Pierre Omydiar. Atualmente é o maior site do mundo para a venda e compra de bens, é o mais popular shopping da internet, e possivelmente foi a pioneira neste tipo de trabalho.
Países em que o eBay está disponivel (incluindo sites associados ao eBay como o Mercado Livre no Brasil.
O eBay possuía mais de 181 milhões de membros registrados em todo do mundo ao fim de 2005. O eBay tem por finalidade fornecer uma plataforma global de negociações, onde qualquer pessoa pode negociar qualquer coisa. Em 2005, o eBay gerou mais de 21 bilhões de dólares em mercadorias transacionadas.
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[editar] Utilidade
As pessoas utilizam o eBay para comprar e vender artigos nas suas milhares de categorias existentes. Membros de empresas de todo o mundo utilizam a eBay para negociações. Atualmente, eBay está presente em países como a Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Coréia, Países Baixos, Nova Zelândia, Singapura, Espanha, Suécia, Portugal e o Reino Unido. Além de ter grande presença na América Latina e na China com seus investimentos através do Mercado Livre e da EachNet, respectivamente.
As formas de pagamento são muitas, mas ultimamente a que mais tem se destacado entre as outras varias formas, é o sistema de pagamentos PayPal, que de acordo com várias pesquisas feitas nos Estados Unidos entre os usuários deste sistema é o mais apreciado, diante de sua segurança.
[editar] A fundação
A fundação eBay foi criada em 1998 com uma doação de 107.250 partes do estoque comum da eBay. Em uma das primeiras transações em seu comando, a eBay abriu caminho à prática e doar o estoque do pre-IPO para estabelecer uma fundação de calibre. Hoje, os trabalhos eBay da fundação para construir comunidades prosperando suportando alvejaram iniciativas na seguinte tecnologia das áreas, desenvolvimento econômico e a fundação eBay do empreendimento cultural também suporta ativamente a participação de empregados eBay na comunidade.
[editar] A comunidade
A comunidade eBay é composta por uma grande variedade de pessoas (compradores e vendedores individuais) e de pequenos negócios, e mesmo algumas companhias de grande dimensão. Grandes e pequenos, estes membros compram e vendem ao redor, e acabam descobrindo outras empresas, muitas vezes dando ajuda para as lançar.
A fundação eBay junta várias entidades que discutem tópicos de interesse global e fornecem umas às outras informações úteis para negociar no eBay. Estes grupos de discussões são os fóruns públicos que incentivam uma comunicação aberta entre membros. O eBay torna-se uma parte de investimentos dos membros. Muitos membros criaram segundos negócios vendendo artigos no eBay. Em muitas empresas, a melhoria de seus negócios, utilizando a fundação, “mudaram da água para o vinho”. As ajudas da comunidade também se asseguram de que os membros com menos “peso” estejam seguidos por todos os demais membros. Os grupos asseguram-se de que todos da comunidade aprendam e sigam os passos de outras empresas bem sucedidas no eBay, e ficam tão importantes em toda a comunidade quanto essas. O eBay incentiva também uma comunicação aberta e honesta entre a comunidade e a companhia assegurada à integridade dessas por inúmeras regras postas pela comunidade.
[editar] Ver também
- Mercado Livre, sócio exclusivo do eBay na América Latina.
- PayPal, sistema de pagamentos mais utilizado no eBay.
[editar] Ligações externas
- Página oficial
- Alunos ingleses colocam Universidade em leilão no eBay
- Google proibe venda de contas do Gmail
- Procura-se: conta no Gmail
Categorias: Empresas listadas no NASDAQ-100 | Empresas ponto com | Comércio eletrônico | Vale do Silicio
e-gold
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- O título dado a este artigo encontra-se incorrecto devido a limitações técnicas. O título correcto é e-gold .
O e-gold é uma das principais moedas da internet, também conhecidas como e-currencies. O seu valor é baseado no valor do ouro que é muito estável, diferentemente do mercado de divisas.
É como se fosse um banco, mas não tem agências físicas, apenas tem seus serviços pela internet.
Com o e-gold é possível fazer movimentações em dinheiro com qualquer pessoa ou empresa no mundo.
Não há taxa alguma para abrir uma conta no e-gold, é totalmente gratuito, porém, como todo e qualquer banco, cobra uma taxa pelas movimentações.
[editar] Ligações externas
Categorias: Sistemas de pagamento | Comércio eletrônico
Banco móvel
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Banco móvel (às vezes utilizado o termo em inglês mobile banking) são ferramentas que disponibilizam alguns serviços tipicamente bancários através de dispositivos móveis, como um celular.
” Mobile Banking (operação bancária móvel) refere-se a disposição e vantagem dos serviços da operação bancária e financeiros com a ajuda dos dispositivos móveis da telecomunicação. A variedade de serviços oferecidos pode incluir facilidades para realizar operações bancárias e transações do mercado acionário, para administrar clientes e para ter acesso a informações personalizadas.”
Serviços de informação, por outro lado, pode ser oferecido como um módulo independente.
[editar] Modelos comerciais da operação bancária móvel
Um amplo espectro de modelos móveis/ “branchless” da operação bancária está evoluindo. Estes modelos diferem primeiramente na questão de quem estabelecerá o relacionamento (abertura de conta, depósito, empréstimo etc.) com o cliente final, o banco ou o “Non-Bank”/empresa de telecomunicações (Telco). Outra diferença se encontra a título do acordo da agência entre o banco e o “Non-Bank”. Os modelos “branchless” da operação bancária podem ser classificadas em três grandes categorias – “Bank Focused”, “Bank-Led”
[editar] Mobile Banking na América Latina.
O “Mobile Banking” foi lançado com um grande sucesso na América Latina, países como Uruguai, Paraguai, Argentina, Brasil, Venezuela, Colômbia, Guatemala e, mais recentemente México. Na Colômbia, foi impulsionada por Redeban Multicolor. Na Guatemala teve uma grande aceitação com o impulso do Banco Industrial. No México foi lançado pela Omnilife.
[editar] Ver também
Categorias: Comércio eletrônico | Redes sem fio
BakeSale
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Bakesale é uma simples aplicação web voltada ao e-commerce, utilizando a arquitetura MVC proveniente do framework CakePHP. Entre os objetivos, inclui a simplicidade e a extensiabilidade. Para a parte do cliente, utiliza a biblioteca JQuery Javascript, tanto para os efeitos visuais quanto para o AJAX. Usando a facilidade de extensões, o desenvolvidor final pode simplesmente adicionar novas funcionalidades ao BakeSale. O tema padrão usa a semântica XHTML com um layout baseado em CSS.
[editar] Principais Recursos
- Gerenciamento das imagens de forma automática
- Administração baseada na Web
- 1 página para definição da compra
- Métodos de entrega com adição de valores/taxas baseado em peso, preço ou quantidade dos produtos
- Ilimitado número de produtos, fabricantes, categorias, sub-categorias, sub-produtos e imagens para os produtos
- Procura de produtos
- Não é necessário o registro dos compradores
[editar] Recursos
Categorias: Software livre | Comércio eletrônico | Linguagens de programação
Americanas.com
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| Americanas.com |
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A Americanas.com é um site de WWW destinado ao comércio eletrônico da rede de lojas brasileira Lojas Americanas.
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[editar] História
A empresa foi fundada em setembro de 1999 e faturou seu primeiro pedido em novembro desse mesmo ano, e é propriedade conjunta da Lojas Americanas, dos funcionários da Americanas.com e das empresas do mercado financeiro JP Morgan Partners, Flatiron Partners, Next International, Global Bridge Ventures (Vectis Group) e AIG Capital Partners.
Apesar do nome forçar uma associação direta à conhecida rede de lojas físicas espalhadas pelo Brasil, a Americanas.com é uma empresa totalmente separada. Mesmo assim, mantém alguns vínculos com as Lojas Americanas, pois o nome ajudou a alavancar os negócios por ser um nome já consolidado no mercado e por já haver uma certa confiança depositada nele pelo público.
A Americanas.com colocou no ar um dos maiores sítios de comércio eletrônico do Brasil em 45 dias. Apesar de ter entrado no mercado já tarde, em uma época em que explodia a concorrência do comércio eletrônico, ela cresceu rapidamente com uma grande aceitação do público brasileiro com o primeiro sistema de cobrança de cartão de crédito online do país, e uma logística que permite entregas rápidas, em torno de 48 horas para qualquer parte do Brasil.
[editar] A empresa
A sede da empresa localiza-se no Rio de Janeiro, onde trabalham cerca de duzentas pessoas. É nesse escritório que ocorre todo o desenvolvimento e administração do sítio, desde o desenvolvimento das aplicações e a arte que aparece nas páginas até o controle de logística e recursos humanos. A empresa também possui um centro de distribuição para onde são encaminhados todos os pedidos à serem entregues. Lá ficam armazenados todos os produtos em estoque da empresa. Os servidores que fazem a maior parte do processamento das compras, como os servidores web, servidores de aplicações e bancos de dados, ficam ainda em outro lugar. A manutenção dessas máquinas e do ambiente onde ficam é terceirizada, sendo que as duas empresas são interligadas por um link de alta velocidade.
[editar] Desenvolvimento econômico
Em 2000, a Americanas.com estava avaliada em doze milhões de dólares. O GP Investimentos aplicou sete milhões de dólares para a criação da empresa e já na primeira rodada de investimentos vendeu 30% das ações por quarenta milhões de dólares. Um ano após a primeira venda, o sítio recebia quarenta mil visitas por dia, das quais 3% efetivavam compras. Processava 1 200 pedidos por dia no Centro de Distribuição, onde o valor médio das compras girava em torno de 100 a 120 reais, e ainda 20% dos clientes que faziam a primeira compra retornavam ao sítio para comprar.
Em 2001 a empresa já contava com cerca duzentos mil clientes ativos, sendo que a porcentagem de clientes fiéis, aqueles que realizam no mínimo duas compras num período de seis meses, já representava mais de 50% do total de compradores. No primeiro semestre deste ano, a empresa teve um faturamento cinco vezes maior que o do mesmo período do ano anterior, onde a loja virtual vendeu 23,1 milhões de reais, com lucros de quatro milhões de reais.
[editar] Reconhecimento
Em 18 de maio de 2004 a empresa foi contemplada, novamente, com o Prêmio de Melhor sítio de comércio eletrônico do Brasil, categoria B2C (Venda ao Consumidor), júri popular, pelo iBest.
[editar] Fusão
Em 23 de novembro de 2006 foi anunciada a fusão entre as empresas Americanas.com e Submarino.com. A nova companhia, resultante da negociação, B2W, será a maior do mercado brasileiro de comércio via Internet. Na B2W, a Lojas Americanas será acionista majoritária[1].
Referências
[editar] Ver também
[editar] Ligações externas
Categorias: Empresas ponto com | Empresas de comércio varejista do Brasil | Comércio eletrônico
Amazon
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Amazon.com (NASDAQ: AMZN) é uma empresa de comércio electrónico dos Estados Unidos da América com sede em Seattle, estado de Washington. Foi uma das primeiras companhias com alguma relevância a vender produtos na Internet. Amazon inclui, igualmente, a Alexa Internet, a9.com, e a Internet Movie Database (IMDb).
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[editar] História
Jeffrey Bezos, dono da Amazon.com, largou uma famosa empresa em Wall Street onde trabalhava quando, aos 30 anos, percebeu a evolução/revolução emergente da internet e imaginou um novo negócio que ainda ninguém tinha pensado. Em 1994 saiu de Nova York e foi para o Pacífico atrás de capital de risco.
Encontrou quatro lugares livres de impostos estaduais, e escolheu Seatle, porque ali estava um dos maiores distribuidores de livros, a empresa Ingram. E tendo vinte itens em mente para ser o produto chave para seu arranque, escolheu os livros em Julho de 1995 e começou ali a Amazon.com.
Em 2000, com 36 anos, previa chegar a um bilhão de dólares de vendas, mas já em 1999 fechou o ano com 1,6 bilhões de dólares, 8,4 milhões de clientes e 3 vezes mais que o ano de anterior (1998).
E recentemente em Dezembro de 2007, a Amazon.com comprou o livro “Os contos de Beedle - O Bardo” da autora J.K. Rowling em um leilão por cerca de 7 milhões de reais.
[editar] Cotações
As ações no Nasdaq começaram com 18 dólares, chegaram a valer 209 dólares no início de 1999 (ano em que Jeffrey foi escolhido homem do ano pela revista Time) e atualmente valem 65 dólares. A Amazon acumula prejuízos, mas isso não incomoda Jeffrey que diz que a questão é “longo prazo”.
[editar] Números
- Data de fundação: 1994
- Lançamento do (site) na Web: Junho 1995
- IPO no Nasdaq: Maio 1997
- Facturação 1999: 1,64 biliões de dólares (crescimento de 170% a 1998)
- Facturação 1999 na Europa: 280 milhões de dólares (17% do global)
- Resultados 1999: - 390 milhões de dólares (crescimento do déficit em 427% a 1998)
- Nº de Centros de Distribuição: 7 nos EUA e 2 na Europa (Reino Unido e Alemanha)
- Nº de clientes em 31/12/99: 17 milhões (crescimento de 175% em relação a 1998)
- Clientes repetentes: 73%
- Vendas por cliente: 116 dólares (crescimento de 10% face a 98)
- Nº de registados: 1 milhão
- Nº de leilões on line: 1,5 milhões
- Investimento em parceiros: 1 bilião de dólares
- Gastos em Marketing em 1999: 413 milhões de dólares (crescimento de 130% face a 98)
- Gastos em Desenvolvimento em 1999: 160 milhões de dólares (crescimento de 176% face a 1998)
[editar] Ligações externas
Categorias: Empresas listadas no NASDAQ-100 | Empresas ponto com | Comércio eletrônico | Lojas de música on-line
Computador
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Columbia, um supercomputador da NASA
Denomina-se computador uma máquina capaz de variados tipos de tratamento automático de informações ou processamento de dados. Exemplos de computadores incluem o ábaco, a calculadora, o computador analógico e o computador digital. Um computador pode prover-se de inúmeros atributos, dentre eles armazenamento de dados, processamento de dados, cálculo em grande escala, desenho industrial, tratamento de imagens gráficas, realidade virtual, entretenimento e cultura.
No passado, o termo já foi aplicado a pessoas responsáveis por algum cálculo. Em geral, entende-se por computador um sistema físico que realiza algum tipo de computação. Existe ainda o conceito matemático rigoroso, utilizado na teoria da computação.
Assumiu-se que os computadores pessoais e laptops são ícones da Era da Informação[1]; e isto é o que muitas pessoas consideram como “computador”. Entretanto, atualmente as formas mais comuns de computador em uso são os sistemas embarcados, pequenos dispositivos usados para controlar outros dispositivos, como robôs, câmeras digitais ou brinquedos.
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História dos computadores
As primeiras máquinas de computar
Pascaline, máquina calculadora feita por Blaise Pascal
John Napier (1550-1617), escocês inventor dos logaritmos, também inventou os ossos de Napier, que eram tabelas de multiplicação gravadas em bastão, o que evitava a memorização da tabuada.
A primeira máquina de verdade foi construída por Wilhelm Schickard (1592-1635), sendo capaz de somar, subtrair, multiplicar e dividir. Essa máquina foi perdida durante a guerra dos trinta anos, sendo que recentemente foi encontrada alguma documentação sobre ela. Durante muitos anos nada se soube sobre essa máquina, por isso, atribuía-se a Blaise Pascal (1623-1662) a construção da primeira máquina calculadora, que fazia apenas somas e subtrações.
A máquina Pascal foi criada com objetivo de ajudar seu pai a computar os impostos em Rouen, França. O projeto de Pascal foi bastante aprimorado pelo matemático alemão Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1726), que também inventou o cálculo, o qual sonhou que, um dia no futuro, todo o raciocínio pudesse ser substituído pelo girar de uma simples alavanca.
Todas essas máquinas, porém, estavam longe de ser um computador de uso geral, pois não eram programáveis. Isto quer dizer que a entrada era feita apenas de números, mas não de instruções a respeito do que fazer com os números.
Babbage
Réplica (parte) do Calculador Diferencial criado por Charles Babbage
A origem da idéia de programar uma máquina vem da necessidade de que as máquinas de tecer produzissem padrões de cores diferentes. Assim, no século XVIII foi criada uma forma de representar os padrões em cartões de papel perfurado, que eram tratados manualmente. Em 1801, Joseph Marie Jacquard (1752-1834) inventa um tear mecânico, com uma leitora automática de cartões.
A idéia de Jacquard atravessou o Canal da Mancha, onde inspirou Charles Babbage (1792-1871), um professor de matemática de Cambridge, a desenvolver uma máquina de “tecer números”, uma máquina de calcular onde a forma de calcular pudesse ser controlada por cartões.
Tudo começou com a tentativa de desenvolver uma máquina capaz de calcular polinômios por meio de diferenças, o calculador diferencial. Enquanto projetava seu calculador diferencial, a idéia de Jacquard fez com que Babbage imaginasse uma nova e mais complexa máquina, o calculador analítico, extremamente semelhante ao computador atual.
Sua parte principal seria um conjunto de rodas dentadas, o moinho, formando uma máquina de somar com precisão de cinquenta dígitos. As instruções seriam lidas de cartões perfurados. Os cartões seriam lidos em um dispositivo de entrada e armazenados, para futuras referências, em um banco de mil registradores. Cada um dos registradores seria capaz de armazenar um número de cinquenta dígitos, que poderiam ser colocados lá por meio de cartões a partir do resultado de um dos cálculos do moinho.
Além disso tudo, Babbage imaginou a primeira máquina de impressão, que imprimiria os resultados dos cálculos, contidos nos registradores. Babbage conseguiu, durante algum tempo, fundos para sua pesquisa, porém não conseguiu completar sua máquina no tempo prometido e não recebeu mais dinheiro. Hoje, partes de sua máquina podem ser vistas no Museu Britânico, que também construiu uma versão completa, utilizando as técnicas disponíveis na época.
Junto com Babbage, trabalhou a jovem Ada Augusta, filha do poeta Lord Byron, conhecida como Lady Lovelace e Ada Lovelace. Ada foi a primeira programadora da história, projetando e explicando, a pedido de Babbage, programas para a máquina inexistente. Ada inventou os conceitos de subrotina, uma seqüência de instruções que pode ser usada várias v
