U-commerce
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U-commerce é a convergencia total de todos os modelos de comércio virtual existentes na tentativa de tornar as transações comerciais em operações independentes de dipositivo, posição física ou de meio de transmissão de dados. O termo commerce significa comércio e a letra U é utilizada para representar simultâneamente os conceitos principais desse novo modelo, Ubiqüidade, Unicidade, Universalidade e Unissonância.
A idéia central proposta pelo modelo é de que no futuro não importará quantos ou quais dispositivos digitais o usuário carrega em seu bolso (ou mantém em casa), todos eles estarão sempre sincronizados e acessarão os mesmos serviços de compra e venda eletrônica sem nenhum tipo de restrição tecnológica.
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[editar] A nova geração de comércio eletrônico
A publicação mais antiga sobre U-commerce encontrada é datada de 2000 em uma colula escrita por Richard T. Watson[1] e descreve de forma simples as diretrizes deste novo conceito. Em 2002 o mesmo autor publicou juntamente com Leyland F. Pitt, Pierre Berthon e George M. Zinkhan um artigo no Jornal da Academia de Marketing Ciência[2] com mais detalhes conceituais sobre o U-commerce e adicionalmente apresenta um framework conceitual chamado U-Space que pode ser utilizado como diretriz de implementação de novas relações de comércio eletrônico.
Em 2004 um outro artigo[3] discute sobre a formação estrutural do U-commerce, apontando sobre os modelos anteriores de comércio eletrônico que agrupados que formam o novo modelo. A publicação deste artigo e de alguns outros [4] [5] indica que o conceito de U-commerce está de certo modo em desenvolvimento.
Watson aponta 4 conceitos (ou traduções para a letra U) na identificação do novo modelo, que nesse artigo são traduzidas como Ubiqüidade, Unicidade, Universalidade e Unissonância para manter o aspecto cognitivo da letra U no nome U-commerce.
[editar] Ubiqüidade
Termo traduzido diretamente do inglês Ubiquity é utilizado para descrever o fenômeno de propagação da tecnologia digital e o acesso indistindo de diversos dispositivos a Internet. Eletromésticos, carros, celulares, PDAs, televisores e uma infinidade de outros dispositivos digitais podem atualmente manter uma conexão com a rede mundial de computadores. Esse fato da margem para um novo tipo de comércio baseado na rede que indestingue tipo de hardware, mas que deve considerar outros diversos requisitos de segurança e portabilidade.
[editar] Unicidade
Traduzido do inglês Uniqueness representa o segundo pilar de atuação do U-commerce, a unicidade ou individualidade de cada usuário, aspectos regionais, gostos, configurações e outras peculiaridades do usuário podem ser analizadas para aplicação de publicidade e serviços que atendam os desejos dele. O ‘marketing’ direcinado talvez seja a mais importante ferramenta de venda no varejo e no comércio eletrônico e é importante fazer parte das novas implementações do U-commerce.
[editar] Universalidade
Este termo foi traduzido diretamente do Inglês Universality e representa a necessidade de padrões de utilização de redes e dispositivos. Por exemplo, um usuário comum possui diversos meios de acesso a Internet (ubiqüidade) como computador, celular e televisor, mas destes 3 apenas seu computador funcionará sem modificações caso ele tenha de se mudar de país ou continente porque redes de celular e de sinal de televisão ainda não possuem um padrão único de funcionamento e talvez nunca terão. Para que o usuário possa utilizar qualquer dispositivo onde quer que esteja novas tecnologias universalizadas devem ser desenvolvidas, tanto no sentido de criação de novos padrões como no esforço conjunto de trabalho colaborativo ou interoperabilidade da infra-estrutura.
[editar] Unissonância
Do termo em inglês Unison, a unissonância é basicamente a unificação e interoperabilidade entre os diversos dispositivos inter-conectados. Todos os aparelhos eletrônicos que compartilham tipos iguais de informação devem estar sempre atualizados, modificações em um dispositivo deve ser propagada a todos os outros aparelhos de forma completamente transparente ao usuário, que assim poderá fazer uso de suas informações em qualquer lugar e com qualquer um de seus dispositívos digitais.
[editar] Ver também
- E-commerce
- M-commerce
- T-commerce
- V-commerce
- P-commerce
- E-business
- E-marketing
- E-consulting
- E-marketplace
- Logística no negócio electrónico
Referências
- ↑ http://www.acm.org/ubiquity/views/r_watson_1.html
- ↑ http://www.ams-web.org/
- ↑ http://www.buzzle.com/authors.asp?author=770
- ↑ http://www.tmginconline.com/mainpages/ucommerce.htm
- ↑ http://ausweb.scu.edu.au/aw05/papers/refereed/stein/paper.html
Categorias: Comércio eletrônico | Administração | Marketing
Fitch Ratings
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A Fitch Ratings é uma agência de notas de crédito.
[editar] Ligações externas
Categoria: Agências de notas de crédito
Agência de notas de crédito
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As agências de notas de crédito, chamadas ainda de agências de rating ou de classificação de risco, são agências responsáveis pela avaliação da economia dos países.
As agências atribuem as notas ratings não apenas a países, mas também a municípios, empresas e bancos. O objetivo do rating é mostrar a capacidade de repagamento de dívida (valor total e juros) no prazo prometido - ou seja, mostrar a capacidade do emissor em cumprir seu contrato no prazo prometido, os chamados emissores - países, municípios, bancos ou empresas. As agências de rating também atribuem ratings a emissões estruturadas - como foi o caso dos títulos hipotecários.
A grande crítica às agências reside no fato de os clientes das agências - ou seja, os responsáveis pelo faturamento delas - serem exatamente os países, municípios, bancos e empresas. Ou seja, a empresa paga à agência de rating para que a agência de rating faça a avaliação de sua capacidade de repagamento. A pedido da empresa contratante, o rating pode ficar confidencial (normalmente quando a empresa entende que o rating atribuído ficou aquém de suas expectativas). Para que o rating se torne público, a empresa contratante deve autorizar formalmente a publicação. Depois de público, o rating pode ser alterado a qualquer momento em que a agência julgue correto - para cima (upgrade) ou para baixo (downgrade).
Categoria: Agências de notas de crédito
Empresa de capital aberto
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(Redirecionado de Empresas de capital aberto)
Uma Empresa de Capital Aberto é uma empresa cujo capital social é formado por ações - títulos que representam partes ideais - que são livremente vendidas ao público sem necessidade de escrituração pública de sua propriedade (por parte da pessoa física compradora). Um sinônimo é sociedade anônima. Em inglês,o termo que explica este conceito é “corporation“.
Assim, as pessoas compradoras das ações são proprietárias apenas de uma parte ideal da empresa e respondem por dívidas assumidas pelo corpo diretivo da empresa, o Conselho de Administração e os gerentes executivos ou direto]es, os membros da Diretoria Executiva, apenas e tão somente em função do valor monetário da parte ideal quantificada pelas ações sob sua posse.
[editar] Política empresarial
A diferença entre empresas de capital fechado e aberto de tamanhos semelhantes é apenas contábil, escolhida pelos proprietários da empresa de acordo com seus interesses. Na grande maioria das empresas um ou dois sócios controlam a maioria do capital da empresa e, a parte à contabilidade mais rigorosa, a gerenciam como uma empresa de capital efetivamente fechado.
Em grandes empresas onde o controle do capital é diluído os executivos diretores são subordinados ao conselho dos acionistas (sócios) para que a empresa tome a direção que lhes parece melhor. Finalmente, especialmente nestas empresas de capital diluído, os principais executivos tornam-se sócios (mediante recebimento de ações ou opções) efetivamente alinhando seus interesses com os da companhia.
Categorias: Tipos de empresas | Finanças
Bolsa de valores
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A bolsa de valores de Nova Iorque, uma das mais importantes do mundo.
A BM&FBovespa, a maior da América Latina e a 3ª maior do mundo.
Interior da Bolsa de Valores de Tóquio, uma das mais dinâmicas e importantes do mundo.
A bolsa de valores é o mercado organizado onde se negociam ações de empresas de capital aberto (públicas ou privadas) e outros instrumentos financeiros como opções e debêntures.
Pode ser na forma de uma associação civil sem fins lucrativos, que mantém o local ou o sistema de negociação eletrônico adequado à realização de transações de compra e venda de títulos e valores mobiliários, mas, o mais usual hoje em dia e que as Bolsas de Valores atuem como S/A`s visando lucro através de seus serviços. Seu patrimônio, no caso das associações civis, é representado por títulos pertencentes às sociedades corretoras que a compõem; no caso das S/A’s este patrimônio é composto por ações. A bolsa deve preservar elevados padrões éticos de negociação, divulgando - com rapidez, amplitude e detalhes - as operações executadas.
Embora existam entidades que só operam com pregão eletrônico (como a norte-americana Nasdaq), em sua maioria as bolsas de valores dispõem de um pregão físico, onde são realizadas as negociações.
As bolsas têm o dever de repassar aos investidores (através de revistas, boletins e meios eletrônicos) informações sobre seus negócios diários, comunicados relevantes de empresas abertas, dados de mercado e tudo o mais que contribua para a transparência das operações. No Brasil, a atividade das bolsas é fiscalizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
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[editar] Histórico
A Companhia Holandesa das Índias Orientais instituiu e comercializou as primeiras ações a serem colocadas em um estabelecimento financeiro, criando a primeira bolsa de valores, localizada em Amsterdã, em 1602.
Tradicionalmente os negócios aconteciam fisicamente no próprio recinto da bolsa: pregão viva-voz. Porém atualmente as transações são cada vez mais realizadas por meios eletrônicos em tempo real, onde são colocadas as ordens pelos compradores e vendedores: pregão eletrônico.
[editar] Características de uma Bolsa de Valores
- Os movimentos dos preços no mercado ou em uma seção do mercado são capturados através de índices chamados Índice de Bolsa de Valores.
- Os preços das ações servem também para indicar o valor de mercado das empresas cotadas em bolsa. Dessa forma, diversos negócios podem ser realizados entre elas e com outros investidores.
- A principal função da bolsa de valores é manter transparente e adequado o local para as negociações de compras e vendas de ações.
[editar] Listas de bolsas de valores
- North American Securities Dealers Automated Quotation System (NASDAQ)
- Euronext Lisbon (PSI20)
- Bombay Stock Exchange Limited (BSE)
- New York Stock Exchange (NYSE)
- Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBOVESPA)
- London Stock Exchange (LSE)
- Frankfurter Wertpapierbörse (Frankfurt Stock Exchange) (FWB)
- Hong Kong Exchanges and Clearing (HKEx)
- Shangai Stock Exchange (SSE)
- Bolsa de Valores da Argentina (Merval)
- Bolsa de Valores de Tóquio (TSE)
- Bermuda Stock Exchange (BSX)
- Bolsa de Valores do Rio de Janeiro (BVRJ)
- Bolsa de Valores da Colombia (BVC)
[editar] Ver também
Long & Short
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[editar] Conceito
Consiste em uma operação de mercado neutro, usualmente praticada por árbitros do mercado, utilizando-se de distorções provocadas por movimento de especuladores ou outros players do mercado.
Esta operação, conhecida no mercado brasileiro como Long & Short ou Long/Short, em português seria algo como Arbitragem entre Ações. É um tipo especifico de operacao de Hedge, no qual busca-se a neutralidade em relacao aos indices principais do mercado. Trata-se basicamente de uma operação de arbitragem entre papéis;
Esta arbitragem entre dois ativos busca performance relativa entre ambos,ou seja, que a ponta ativa (comprada) performe melhor que ponta passiva (vendida)ou vice-versa. Nao interessa neste caso se o indice da bolsa cai 10% ou sobe 10%, a operação pouco sofre influencia disto, se o ativo Long (ponta comprada) cair 10% mas o ativo Short (ponta vendida) cair 15% a operacao gerou um lucro de 5% no diferencial dos dois papéis.
Utiliza-se a o termo Spread entre ativos para indicar a situacao de um par de ativos, Ex.: Qual o Spread entre ITAU4 e BBDC4? Ele se dará pela razão de seus precos, sendo calculado geralmente o primeiro ativo citado (no nosso caso ITAU4) como o numerador.
[editar] Tipos de Long & Short
Levando-se em conta a qualidade de cada ativo envolvido na operacao temos:
- Intrasetoriais - Este tipo de operacao baseia-se na correlacao de precos que as duas empresas demonstram no mercado, caso haja uma grande distorcao nao justificavel entre os precos destes ativos, pode ocorrer uma operacao de arbitragem entres estes pares. Ex.: ITAU vs. Bradesco;
- Intersetoriais - E um dos tipos menos vistos no mercado, por ser de maior risco, deve haver um grande conhecimento dos dois mercados, mas, também proporciona os maiores ganhos potenciais. Ex.: Sadia vs. Usiminas;
- ON vs. PN - é a mais comum das operacoes entre pares, e, como trata-se basicamente da mesma empresa tanto na ponta vendida quanto comprada, o risco e muito baixo, por isso os volumes nestas operacoes sao muito grandes, e, tendem a remunerar uma taxa nao muito atrativa. Ex.: Petrobras ON vs Petrobras PN;
- Controlada vs. Controladora : Algumas empresas listadas na bolsa sao controladoras de outras empresas também listadas na mesma bolsa, e, também detem um numero razoavel de acoes destas, sendo assim, seus resultados sao muito similares, na maioria das vezes a controlada representa quase que a totalidade dos ativos da controlada, facilitando ainda mais a operacao de arbitragem e reduzindo os riscos. Ex.: Banco Itau vs. Itau S.A..
[editar] Operacionalizando o Long & Short
Como qualquer tipo de operação de arbitragem, faz se necessária a utilizacao de margens de garantia depositadas na Bolsa para que se possam realizar tais operacoes. Tais garantias podem ser na forma de:
- Titulos Publicos;
- CDB;
- Acoes;
- Dinheiro;
- Carta-Fianca.
Estas garantias sao necessárias devido a posição Vendida que se toma em um dos papéis em questao, pois, tal venda ocorre a descoberto, ou seja, o vendedor nao possui tais papéis, ele os aluga no Banco de Títulos da Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia a uma taxa mínima anual. Cada ativo tem o seu devido intervalo de margem requerido pela Bolsa, sendo assim apenas consultando o site da Bovespa para se certificar disto.
As operacoes de compra e venda dos dois ativos sao efetuadas simultaneamente, e com o “casamento” do financeiro, sendo assim quase nao ha desencaixe em tal operação.
Ex.: Arbitragem entre VALE3 e VALE5 Compra de R$ 100.000,00 em VALE3 Venda de R$ 100.000,00 em VALE5
O credito e o debito ocorrem no mesmo dia, sendo assim, apenas a margem de garantia deve ser depositada referente ao valor da venda de VALE3.
[editar] Ver também
[editar] Ligações externas
]
Categoria: Mercado de capitais
C-Bond
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C-Bond é um título da dívida externa brasileira, atualmente o mais líquido (com maior volume de negócios). Tem vencimento em 2014, e desde 2004 paga amortizações semestrais. O C significa “Capitalization”. O governo brasileiro vem trocando esses títulos por ABONDs de vencimento mais longo.
Categorias: Macroeconomia | Economia do Brasil
Swap
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Em finanças, swap é um contrato que estabelece a troca de rentabilidade e risco entre investidores.
Para entender a necessidade de um contrato de swap, cite-se por exemplo uma empresa exportadora, que têm receitas em dólares, mas cujas despesas são corrigidas por juros pós-fixados. Nesse caso, a empresa poderia usar um contrato de swap para trocar o “risco cambial” pelo “risco de juros pós-fixado”. Uma típica empresa interessada nesse título seria uma varejista importadora, cujas despesas são atreladas ao dólar e cujo caixa está aplicado no mercado (acompanhando assim a evolução dos juros).
Assim, essas duas empresas fazem um contrato de swap entre si, ou através da intermediação de instituição financeira, para trocar uma posição de risco.
Swap é um contrato derivativo. Pode ser usado como no exemplo acima (de hedge ou seguro), ou como investimento especulativo.
Nesse tipo de contrato, os investidores se comprometem a pagar a oscilação de uma taxa ou um ativo (no caso do contrato cambial, as mudanças no dólar).
As operações mais comuns de swap no mercado brasileiro são:
- swap prefixado - troca de juros prefixados por juros pós-fixados (CDI over)
- swap cambial - troca de taxa de dólar por juros pós-fixados.
Quando um investidor realiza o chamado Swap Cambial Reverso, ou seja, troca CDI em reais por variação cambial em dólares, este também ganha, além da variação, uma taxa adicional, chamada de cupom cambial.
No leilão de contratos de “Swap Cambial Reverso”, as instituições financeiras que compram esses contratos recebem uma taxa de juros. O Banco Central, que vende os papéis, ganha a variação cambial do período de validade dos contratos.
Como o Banco Central recebe uma taxa de juros e paga a variação do câmbio, esses títulos são denominados de “reversos”.
Quando intermediados por instituições financeiras, os contratos de swap estão sujeitos à incidência de IOF e IR, conforme tabelas fornecidas pela Receita Federal. De um modo geral, a alíquota do IOF é decrescente, em função do prazo de permanência do contrato.
[editar] Ver também
- letra cambial
- CDB
- renda fixa
- C-Bond
- BM&F - Bolsa de Mercadorias & Futuros
- Long & Short
[editar] Ligações externas
- Boletim Online da BM & F com exemplo de cotações (em “real time“) de contratos de swap cambial
- Saiba mais sobre Operação de Swap
Categoria: Mercado de capitais
CDB
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CDB significa Certificado de Depósito Bancário. Estes certificados de depósitos bancários são títulos nominativos emitidos pelos bancos e vendidos ao público como forma de captação de recursos.
Os CDBs são negociados a partir de uma taxa bruta de juros anual, e não levam em consideração a tributação ou a inflação. Além disso, podem ser negociados a qualquer momento dentro do prazo contratado mas, quando negociadas a um prazo menor do que aquele mínimo previsto (30,60 ou 90 dias para os títulos pré-fixados), estas aplicações sofrem incidência de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) além do Imposto de Renda na Fonte (IRF).
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[editar] Principais modalidades
As principais modalidades de Certificado de Depósito Bancário são:
[editar] CDB - Pré-fixado
Os CDBs pré-fixados são títulos que não têm prazo mínimo, não podendo ter o seu vencimento em sábados, domingos, ou feriados. A rentabilidade destes títulos é determinada na hora da aplicação, e portanto, você saberá previamente o quanto irá receber no vencimento. Nos momentos de crise, com tendência à queda das taxas de juros, os bancos darão preferência à captação de recursos em CDB pré-fixado de prazo longo.
[editar] CDB - Pós-fixado
Os CDBs pós-fixados podem ser oferecidos pelos bancos com ou sem liquidez diária, rendem de acordo com o desempenho de indicadores como os Certificados de Depósito Interbancário (CDI) ou a Taxa de Referência (TR). Estes títulos são populares em momentos onde existe perspectiva de aumento dos juros.
[editar] CDB - com Swap
Os CDBs com swap são títulos que podem ser negociados com remuneração pré-fixada ou pós-fixada de acordo com o desempenho de indicadores como Taxa SELIC, taxa cambial ou CDI. Os montantes mínimos de investimento são superiores às modalidades anteriores, geralmente acima de R$ 100 mil.
[editar] Ver também
Letra de câmbio
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A letra de câmbio é uma espécie de título de crédito, ou seja, representa uma obrigação pecuniária, sendo desta autônoma.
A emissão da letra de câmbio é denominada saque; por meio dele, o sacador (devedor), expede uma ordem de pagamento ao sacado (normalmente uma instituição financeira), que fica obrigado, havendo aceite, a pagar ao tomador (um credor específico), o valor determinado no título.
Apesar de atribuir ao sacado a obrigação de pagar o tomador, o sacador permanece subsidiariamente responsável pelo pagamento da letra. Não sendo pago o título no seu vencimento, poderá ser efetuado o protesto e a cobrança judicial do crédito, que se dá por meio da ação cambial. Porém, para que o credor possa agir em juízo, é necessário que esteja representado por um advogado.
Quanto à possibilidade de transferência, diz-se que a letra de câmbio é um título de crédito nominativo, ou seja, em favor de um credor específico, suscetível de circulação mediante endosso. Assim, o endossante (tomador original), transfere a letra para um endossatário (novo tomador).
[editar] Letra de câmbio no Brasil
No Brasil, a letra de câmbio é regulada principalmente pela Convenção de Genebra, também conhecida como Lei Uniforme (Decreto 57.663/66), e também pelo Decreto Lei n.º 2.044 de 31 de Dezembro de 1908. O Código Civil de 2002 tem valor supletivo (art. 903).
A letra de câmbio é mais usada em operações de crédito entre financiadoras e comerciantes, enquanto em operações mercantis internas a prazo o título mais comum é a duplicata.
[editar] Referência
- COELHO, Fábio Ulhôa, Manual de Direito Comercial, 14ª edição, Saraiva: São Paulo, 2003, pp. 235 e ss.
Categorias: Economia | Direito comercial
