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Brasil Telecom

A Brasil Telecom S.A. (BrT) é uma empresa de telecomunicações do Brasil, originada da privatização da Telebrás. Outrora conhecida por Tele Centro Sul, atua nos estados de Acre, Rondônia, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal e oferece, para todo o País, serviços de longa distância nacional e internacional com o código 14.

A empresa provê conexão à internet em alta velocidade com o Turbo, que usa a tecnologia ADSL, oferece conteúdo 100% banda larga (BrTurbo e BrTurbo Empresas) e acesso sem fio com tecnologia Wi-Fi com o BrTurbo ASAS. Também compõem o Grupo Brasil Telecom o iG e o iBest, que juntos fazem da empresa a maior provedora de internet da América Latina.

A companhia conta com 10,8 milhões de linhas fixas em serviço e a segunda maior base de acessos banda larga da América Latina (1,3 milhão de acessos). Em pouco mais de dois anos, a operação celular já superou a marca de 5,1 milhões de acessos, desempenho que surpreendeu o mercado mundial de telecomunicações e que lhe garantiu a primeira posição em conquista de market share entre operadoras que foram “quarta entrante” em seus mercados.

Índice

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[editar] Surgimento

Área de atuação de linha fixa da Brasil Telecom

A empresa é uma das três companhias que surgiram da cisão da Telebrás. Inicialmente a companhia foi chamada de Tele Centro Sul, devido aos seus serviços cobrirem os estados da região sul e central do Brasil, como o Acre, Rondônia, Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, bem como o Distrito Federal.

O banco brasileiro de investimento Opportunity, junto com a Telecom Itália e alguns fundos de pensão brasileiros, pagaram 2,07 bilhões de reais em junho de 1998 para comprar a Tele Centro Sul quando ela foi vendida pelo Governo brasileiro. A subsidiária Brasil Telecom GSM iniciou o serviço de telefonia celular em 2004.

As ações da Brasil Telecom são negociadas pela Bovespa, onde fazem parte do Índice Bovespa (Ibovespa), bem como da New York Stock Exchange.

Números de Linhas Fixas Instaladas: 10,8 milhões.

[editar] Venda

A Oi fez uma oferta de 8,3 bilhões de reais para comprar a operadora de telefonia movel Brasil Telecom. O negócio foi acertado entre as duas empresas e a Oi incorporará a Brasil Telecom. Porém, para início da incorporação, será necessário que o governo brasileiro altere uma regra que foi criada na privatização de companhias telefônicas que impede fusões de empresas Telecom no Brasil. O Ministro das Comunicações Hélio Costa e da Casa Civil Dilma Rousseff já deram declarações públicas a favor de modificações na regra e ela poderá ser alterada em até um ano (Até Abril de 2009, onde provavelmente a Oi começará a operar através da Brasil Telecom). [2]

[editar] Ver também

Referências

  1. 1,0 1,1 Consolidated Earnings Release 4th Quarter 2007 (PDF) (em inglês).
  2. DreaMule noticias - Oi faz oferta para comprar Brasil Telecom

[editar] Ligações externas

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Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo

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Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBovespa)
Website www.bmfbovespa.com.br

A Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBovespa S.A.) é a bolsa oficial do Brasil. Sediada em São Paulo, a BM&FBovespa é a segunda maior bolsa de valores das Américas e a terceira maior do mundo[1]. Em 8 de maio de 2008, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) fundiram-se, dando origem a uma nova instituição batizada de BM&FBOVESPA[2]. A BM&FBovespa está ligada a todos as bolsas de valores brasileiras, incluindo a Bolsa de Valores do Rio de Janeiro (BVRJ), onde são negociados apenas títulos. O indicador de referência da BM&FBovespa é o Ibovespa. Havia 450 empresas negociadas na BM&FBovespa em 30 de abril de 2008[3].

Em 20 de maio de 2008, o índice de Ibovespa atingiu seu décimo recorde consecutivo, fechando em 73.516 pontos, com um volume cujos títulos são negociados a 4,2 milhões de dólares.

Índice

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[editar] História

[editar] Cronologia

[editar] Escritórios

Além da sede localizada no centro da capital paulista, a BM&FBovespa mantém escritórios em outras cinco cidades brasileiras, nomeadamente, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife e Rio de Janeiro.

A filial do Rio de Janeiro é a maior e mais antiga delas, tendo iniciado suas operações em 1969.[4] Sua atuação abrange também os estados de Minas Gerais e Espírito Santo.[4]

[editar] Índices

Painel de cotações

O índice que mede o desempenho das ações de maior liquidez da BM&FBovespa é o Ibovespa.

Existem outros índices como:

 

[editar] Novo Mercado

O Novo Mercado da Bovespa é uma listagem de empresas que se comprometem, de modo voluntário, com a adoção de práticas de governança corporativa, além das obrigações legais.[5]

A entrada de uma companhia no Novo Mercado implica na adesão de um conjunto de regras de “boas práticas de governança corporativa”, presentes no Regulamento de Listagem do Novo Mercado, através da assinatura de um contrato.

Segundo a Bovespa, “a valorização e a liquidez das ações negociadas em um determinado mercado são influenciadas positivamente pelo grau de segurança que os direitos concedidos aos acionistas oferecem e pela qualidade das informações prestadas pelas empresas“.

[editar] Principais empresas listadas

Relação das principais empresas listadas no Novo Mercado da Bovespa[6]

 

Referências

  1. [1]
  2. BM&FBOVESPA: About us
  3. Bovespa: Market Capitalization
  4. 4,0 4,1 Unidades da Bovespa
  5. http://www.bovespa.com.br/Empresas/NovoMercadoNiveis/NovoMercado.asp
  6. http://www.bovespa.com.br/Empresas/InformacoesEmpresas/ExecutaAcaoConsultaNivelGovernanca.asp?nivel=nm Empresas Listadas no segmento “Novo Mercado” da Bovespa.

[editar] Ver também

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Bolsa de Valores de São Paulo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Bolsa de Valores de São Paulo
Website http://www.bovespa.com.br

A Bolsa de Valores de São Paulo - Bovespa era a bolsa oficial do Brasil, até iniciar um processo de fusão com a BM&F que culminou na criação de uma nova instituição, denominada BM&FBovespa no dia 8 de maio de 2008. Sua sede localiza-se no centro da cidade de São Paulo e seu principal índice econômico é o IBOVESPA.

Índice

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[editar] História

Em 23 de agosto de 1890 foi fundada por Emílio Rangel Pestana a Bolsa Livre, que seria o embrião da Bolsa de Valores de São Paulo. A Bolsa Livre encerrou suas atividades em 1891, em decorrência da política do Encilhamento. Quatro anos depois, em 1895, foi aberta a Bolsa de Fundos Públicos de São Paulo, que deu continuidade à evolução do mercado de capitais brasileiro.

No ano de 1934, a bolsa instalou-se no Palácio do Café, localizado no Pátio do Colégio. No ano seguinte, seu nome foi alterado para Bolsa Oficial de Valores de São Paulo.

Até meados da década de 1960, a Bovespa e as demais bolsas brasileiras eram entidades oficiais corporativas, vinculadas às secretarias de finanças (atuais Secretarias da fazenda estaduais). Eram 27 bolsas de valores em todo o Brasil, dos governos estaduais e compostas por corretores nomeados pelo poder público.

Com as reformas do sistema financeiro nacional e do mercado de capitais implementadas nos anos de 1965 e 1966, as bolsas assumiram a característica institucional, transformando-se em associações civis sem fins lucrativos, com autonomia administrativa, financeira e patrimonial.

A antiga figura individual do corretor de fundos públicos, que eram os corretores autônomos de confiança de cada investidor, foi substituída pela da sociedade corretora ou as atuais corretoras de valores, empresa constituída sob a forma de sociedade por ações nominativas ou por cotas de responsabilidade limitada.

Em 1967, a entidade passou a ser denominada Bolsa de Valores de São Paulo.

Por muitos anos, a Bolsa de Valores do Rio de Janeiro foi o grande mercado de ações do país. No entanto, a partir da década de 1980, começou a perder espaço gradativamente para a Bovespa. Em 2000, as duas bolsas comandaram a assinatura de um acordo de integração das nove bolsas de valores brasileiras. O documento estabelecia qua as ações de companhias abertas e os títulos privados em geral seriam negociados na Bovespa, enquanto a BVRJ se encarregaria do mercado eletrônico de títulos da dívida pública, lançado em agosto daquele ano.

No ano 2000, as bolsas de valores de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Minas-Espírito Santo-Brasília, do Extremo Sul, de Santos, da Bahia-Sergipe-Alagoas, de Pernambuco, da Paraíba, do Paraná e a Bolsa Regional foram integradas. Desde então a Bovespa passou a concentrar toda a negociação de ações do Brasil, e as bolsas regionais mantiveram as atividades de desenvolvimento do mercado e de prestação de serviços às suas praças locais.

A Bolsa de Valores de São Paulo é uma entidade auto-reguladora que opera sob a supervisão da Comissão de Valores Mobiliários - CVM.

[editar] Cronologia

Década de 1960
Década de 1970
Década de 1980
Década de 1990
Década de 2000

[editar] Serviços

Com o uso da informática, a Bovespa implantou em 1999 os serviços de Home Broker e do After-Market.

O serviço permitiu que o investidor, por meio do site das Corretoras na Internet, transmita a ordem de compra ou de venda de um investidor diretamente ao Sistema de Negociação da Bovespa. Neste sentido, o sistema da Bovespa é único no mundo. Nos EUA, as ordens são executadas, em sua maioria, fora do âmbito das bolsas de valores.

Foi uma outra inovação da Bovespa, pioneira em termos mundiais, em que oferece a sessão noturna de negociação eletrônica. Além de atender aos profissionais do mercado, este mecanismo também é interessante para os pequenos e médios investidores, pois permite que enviem ordens por meio da Internet também no período noturno.

Em dezembro de 2001, a Bovespa lançou um sistema em que são listadas ações de empresas que se comprometem, voluntariamente, a adotar práticas de governança corporativa mais rígidas do que as cobradas pela legislação brasileira.

[editar] Volume movimentado na Bovespa

Volume financeiro movimentado na Bovespa no mercado a vista em 2007 (Ajustado pelo IPCA). Os valores são até 26 de dezembro.

Ano - volume negociado (em R$)

  • 2000 - 260 bilhões
  • 2001 - 195 bilhões
  • 2002 - 168 bilhões
  • 2003 - 207 bilhões
  • 2004 - 297 bilhões
  • 2005 - 367 bilhões
  • 2006 - 530,8 bilhões
  • 2007 - 1,019 trilhão
 

Fonte: Economática

Referências

  1. http://oglobo.globo.com/economia/mat/2008/03/26/uniao_da_bm_com_bovespa_sera_chamada_de_nova_bolsa-426542720.asp Globo Online
  2. http://www.gazeta.com.br/integraNoticia.aspx?Param=1%2C0%2C1719841%2CUIOU Gazeta Mercantil

[editar] Ver também

Commons

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Banco do Brasil

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Fachada de uma agência do Banco do Brasil

O Banco do Brasil S.A. (BB) é uma instituição financeira brasileira, constituída na forma de sociedade de economia mista, com participação da União (governo federal brasileiro) com 70% da ações.

Sua missão, segundo sua filosofia corporativa, é “ser a solução em serviços e intermediação financeira, atender às expectativas de clientes e acionistas, fortalecer o compromisso entre os funcionários e a empresa e contribuir para o desenvolvimento do país”. [1]

Segundo dados do próprio banco, a empresa possui 15.133 pontos de atendimento distribuídos pelo país, entre agências e postos, sendo que 95% de suas agências possuem salas de auto-atendimento (são mais de 40 mil terminais), que funcionam além do expediente bancário. Possui ainda opções de acesso via internet, telefone, e telefone celular. Está presente em mais de 21 países além do Brasil.

O Banco do Brasil possui 4.043 agências, estando presente na maioria dos municípios do país, com uma estrutura de 82,5 mil funcionários[2], além de dez mil estagiários, cinco mil contratados temporários e 4,8 mil adolescentes trabalhadores.

Índice

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[editar] História

Primeiro bilhete de banco, emitido pelo Banco do Brasil em 1810

Foi criado o primeiro banco do Brasil em 12 de outubro de 1808 pelo Rei D. João VI, por sugestão do conde de Linhares, Rodrigo de Sousa Coutinho, num conjunto de ações que visavam a criação de indústrias manufatureiras no Brasil, incluindo isenções de impostos para importação de matérias-primas e de exportação de produtos industrializados.

Instalou-se inicialmente na Rua Direita, esquina com Rua de São Pedro, no Rio de Janeiro, com 1 mil e 200 contos de réis de capital. Funcionando como uma espécie de banco central misto, foi o quarto banco emissor do mundo, depois do Banco da Suécia (1668), Banco da Inglaterra (1694) e Banco da França (1800)

Com o saque de vultosa quantia e o retorno de D. João VI para Portugal, esse primeiro Banco do Brasil veio a falir em 1829.

Anos mais tarde, Irineu Evangelista de Souza, que viria a ser Barão e Visconde de Mauá, criou em 1851 uma nova instituição denominada Banco do Brasil. Como antes, também nascida de um lançamento público, dessa vez com um capital de 10.000 contos de réis. Esse valor era considerado elevado para a época e o mais vultoso entre os das sociedades existentes na América Latina. Nesse segundo Banco do Brasil há uma forte carga simbólica de suas ligações permanentes com o mercado de capitais. As reuniões preparatórias e a assembléia de constituição se realizaram no salão da Bolsa do Rio de Janeiro.

Já em 1853, o Banco do Brasil de Mauá se fundiria com o Banco Comercial do Rio de Janeiro, por uma determinação legislativa liderada pelo Visconde de Itaboraí, considerado o fundador do Banco de hoje.

As primeiras linhas de Crédito Rural do Banco do Brasil datam da década de 80 do século XIX.

Até a criação do Banco Central do Brasil, o Banco do Brasil era emissor de moeda.

[editar] Alvará

O alvará que criou o Banco do Brasil e sancionou seus estatutos, por influência do Conde de Linhares, dizia: “Eu o Príncipe, atendendo a não permitirem as atuais circunstâncias do Estado que o meu Real Erário possa realizar os fundos, de que depende a manutenção da monarquia e o bem comum dos meus vassalos, etc; a que os bilhetes dos direitos das alfândegas tendo certos prazos nos seus pagamentos, ainda que sejam de um crédito estabelecido, não são proprios para o pagamento de soldos, ordenados, juros e pensões que constituem os alimentos do corpo político do Estado, os quais devem ser pagos nos seus vencimentos em moeda corrente; a que os obstáculos que a falta de giro dos signos representativos dos valores põem ao comércio, etc. animando e promovendo as transações mercantis dos negociantes desta e das mais praças dos meus domínios e senhorios com as estrangeiras; sou servido ordenar que nesta capital se estabeleça um Banco Público que na forma dos estatutos que baixo, assinados por D. Fernando José de Portugal, do meu Conselho de Estado, ministro assistente ao despacho do gabinete, presidente do Real Erário e secretário de Estado dos negócios do Brasil, etc. Determino que os saques dos fundos do meu Real Erário e as vendas dos gêneros privativos dos contratos e administração da minha Real Fazenda, como são os diamantes, pau-brasil, o marfim e a urzela, se façam pela intervenção do referido Banco Nacional, vencendo sobre o seu líquido produto a comissão de 2% além do prêmio do rebate dos escritos da Alfâdega que fui mandado praticar pelo Erário Real. Ordeno que se haja por extinto o cofre de depósito que havia nesta cidade a cargo da Câmara dela; e determino que no referido Banco se faça todo e qualquer depósito judicial ou extrajudicial de prata, ouro, jóias e dinheiro”.

[editar] Capital

A aparência era de estabelecimento mercantil, mas estava destinado a servir imediatamente ao Governo não como agente em algumas de suas transações financiais de importância mas principalmente prestando-lhe auxílio de crédito em circunstâncias extraordinárias, em razão de gozarem as suas notas de foro de moeda legal. O capital inicial era modesto, 1.200 contos de réis divididos em 1.200 ações de um conto de réis, por prazo de 20 anos. Havia necessidade de conseguir os fundos para a manutenção da Monarquia, facilitar o pagamento de soldos, ordenados, juros e pensões, engrandecendo o crédito publico, e sobretudo promover as transações mercantis, erigindo outra fonte de riqueza. Principiou assim como banco de depósitos, descontos e emissão, misto, sociedade particular, com autorização para aumentar o capital. A responsabilidade do acionista era limitada ao montante da ação.

Sua administração foi exercida por uma Assembléia de 40 capitalistas portugueses, seus acionistas, uma Junta de 10 membros renováveis a metade cada ano, e uma Diretoria de quatro Membros, renováveis no mesmo periodo. Só possuia voto deliberativo cada portador de cinco ou mais ações. Como banco comercial, se encarregou do desconto de letras d câmbio, comissões por cobranças, adiantamentos e hipotecas, depósitos de valores, vencendo juros e venda de produtos monopolizados pela Coroa. Suas operações monetárias consistiam em emissão de notas bancarias e letras a vista ou prazo fixo, operações cambiais de saque e remessa e operações de compra e venda de ouro e prata. O sistema monetário assim criado consistia em moeda de papel conversivel à vista em moeda metálica de ouro e prata, tendo como nota mínima o valor de 30$000, para se evitar que as notas circulassem em pequenas transações, limitando-se a pagamentos elevados no comércio atacadista sem quase circular no varejista. Houve porém resistência na praça do Rio à subscrição de ações.

[editar] Posição atual

Edifício “Sede III” do Banco do Brasil em Brasília.

Atualmente ocupa posição de destaque no sistema financeiro nacional, sendo o primeiro em ativos financeiros (R$ 342 bilhões), volume de depósitos totais (172 bilhões de reais), carteira de crédito (150 bilhões de reais), base de clientes pessoas físicas (23,7 milhões), câmbio exportação (28,1% do mercado), administração de recursos de terceiros (193 bilhões de reais, o maior da América Latina) e faturamento de cartão de crédito (19,8% do mercado).

O Banco do Brasil registrou em 2006 um lucro líquido de R$ 6,044 bilhões, o que representa um crescimento de 45,5% sobre o resultado do ano anterior (R$ 4,154 bilhões). No primeiro semestre de 2006 alcançou a sétima posição dentre os bancos mais lucrativos das Américas. [3] No ano de 2006 registrou um lucro líquido de 6,04 bilhões, 45,4% superior a 2005. [4] O Banco do Brasil obteve um lucro líquido de R$ 1,4 bilhão no terceiro trimestre de 2007, um crescimento de 50,3% em relação ao mesmo período de 2006, e de 27,7% em relação ao observado no segundo trimestre. O lucro acumulado nos primeiros nove meses de 2007 foi de R$ 3,8 bilhões. [5]

Importante frisar que o Banco do Brasil possui importante presença no agronegócio do país, financiando igualmente boa parte das exportações e contribuindo para o desenvolvimento de micro e pequenas empresas por meio de linhas de crédito de capital de giro e investimento.

[editar] Liderança

O Banco do Brasil mantém a liderança, no primeiro trimestre de 2008[6], nos seguintes itens:

[editar] Composição

Agência de Serra Talhada, interior de Pernambuco.

O Banco participa de empresas controladas e coligadas, em diversos ramos como:

De forma a aumentar sua presença no mercado de crédito, o BB ampliou sua atuação por meio de novos produtos e serviços, tais como a criação da BB Consórcios e do Banco Popular do Brasil (BPB).

[editar] Acionistas

[editar] Incorporação da Nossa Caixa

O Banco do Brasil está em processo de negociação com o Governo do Estado de São Paulo a incorporação do banco à sua rede de agências, como o que ocorreu com o Banco do Estado de Santa Catarina. Se realizada, a incorporação pode levar o Banco do Brasil a liderar o mercado no Estado de São Paulo, atualmente ocupa a quarta colocação. Para que o negócio seja concretizado, é necessária a autorização do Governo do Estado e da Assembleia Legislativa do Estado[7].

[editar] Universidade Corporativa

A Unibb disponiliza programas de capacitação para diversos públicos de relacionamento do Banco. Naturalmente, o principal público-alvo são os seus funcionários. Os treinamentos internos desenvolvidos para este público são presenciais ou auto-instrucionais, isto é, a distância. São utilizadas diversas metodologias para a disponibilização de cursos: apostilados, por meio da TVBB, Web e a metodologia Sinapse.

[editar] Referências

  1. Missão
  2. Revista Veja, edição 2030 de 17 de outubro de 2007
  3. O BB alcançou o sétimo lugar no ranking dos bancos que mais lucraram nos Estados Unidos e na América Latina. CartaCapital, no. 407, agosto 2006.
  4. Banco do Brasil registra lucro líquido de R$ 6,04 bilhões em 2006. Valor. UOL Economia, 27 de fevereiro de 2007, 08h07.
  5. Lucro do Banco do Brasil cresce 50,3% no trimestre e chega a R$ 1,4 bi. Dinheiro, Folha Online, 13 de novembro de 2007
  6. http://www.bb.com.br/portalbb/page22,136,3469,0,0,1,8.bb?codigoNoticia=9195
  7. BB negocia com o governo de SP a incorporação da Nossa Caixa

[editar] Ver também

Commons

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[editar] Ligações externas


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Banco Nossa Caixa

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Edifício Altino Arantes, sede do Banco Nossa Caixa, à Rua XV de Novembro

O Banco Nossa Caixa é um banco brasileiro. Foi fundado em 1916, originário das caixas econômicas paulistas. Possui hoje 547 agências[1] e cerca de 15.000 funcionários.

Índice

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[editar] História

Em 1917 a economia cafeeira sofria com o corte quase total das exportações para a Europa, principal mercado do País, em função da I Guerra Mundial (1914-1918). A recessão provocada pelo conflito ajuda a agitar ainda mais os cenários social, político e, sobretudo, econômico. A instabilidade econômica faz com que os gastos da população sejam efetuados com parcimônia. A prioridade passa a ser a formação de pecúlios.

O momento era ideal para a criação das caixas econômicas paulistas, uma iniciativa que não obteve sucesso em governos anteriores. Em 1892, no governo de Bernardino de Campos, a Lei nº 117, de 1º de outubro, autorizou a fundação de Caixas Econômicas no estado de São Paulo. No entanto, por ser considerada anacrônica, foi posteriormente revogada pela Assembléia Legislativa.

Em 30 de dezembro de 1916, o então presidente do Estado de São Paulo, Altino Arantes, promulgou a Lei nº 1.544, do Congresso Legislativo, criando as Caixas Econômicas na Capital, Santos, Campinas e Ribeirão Preto. Elas foram destinadas a receber pequenos depósitos e estimular a formação de pecúlios populares. O Decreto nº 2.765, de 19 de janeiro de 1917, regulamentou a lei.

No dia 22 de março de 1917, a Caixa Econômica do Estado, na Capital, iniciava suas atividades com um depósito no valor de um conto de réis, efetuado pelo estudante Paulo Francisco de Andrade Arantes, de 15 anos, natural de Batatais, filho do Presidente do Estado Altino Arantes.

Hoje a Nossa Caixa é uma sociedade de economia mista, da qual o Estado de São Paulo detém diretamente 71,25% das ações ordinárias. A lei nº 10.853 de 16 de julho de 2001, promulgada pelo governador Geraldo Alckmin autorizou o Estado de São Paulo a vender até 49% das ações da Banco Nossa Caixa que possui, fato que tirou do banco o rótulo de empresa pública. Atualmente o Banco Nossa Caixa tem cerca de 15.000 funcionários, todos contratados por meio de concurso público, porém com contratos regidos pela CLT.

[editar] Incorporação ao Banco do Brasil

Agência de Avaré

O Banco do Brasil está em processo de negociação com o Governo do Estado de São Paulo a incorporação do banco à sua rede de agências, como o que ocorreu com o BESC Banco do Estado de Santa Catarina. Se realizada, a incorporação pode levar o Banco do Brasil a liderar o mercado no Estado de São Paulo, atualmente ocupa a quarta colocação. Para que o negócio seja concretizado, é necessário além da autorização do Governo do Estado, autorização da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo. Alguns bancos privados sugeriram que a venda da Nossa Caixa fosse à leilão, no entanto com a definição do CNJ(Conselho Nacional de Justiça), sobre a obrigatoriedade de manutenção dos Depósitos Judiciais em Bancos Públicos, o Banco do Brasil torna-se o único capaz de pagar a máxima quantia possível pela NC, pois os demais concorrentes privados teriam de subavaliar a Nossa Caixa, visto que perderiam os depósitos judiciais, da ordem de 15 bilhões. Além disso, a sociedade paulista e brasileira, enxerga com receio a venda da Nossa Caixa aos bancos privados pois seria caracterizada a privatização e com ela demissões em massa “enxugamentos”, etc. Já o Banco do Brasil se comprometeu a manter a coerência da ordem vigente, que tornou a Nossa Caixa um banco de vanguarda.[2][3]

Agência de Poá

Razão Social Banco Nossa Caixa S.A.
Número 151
CNPJ 43.073.394/0001-10
Sede R. XV de Novembro, 111 - Centro - São Paulo – SP
Instituição Financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
Números do Banco em dezembro de 2006
Ativo total R$ 39,3 bilhões
Depósitos R$ 27,6 bilhões
Lucro líquido R$ 453,5 milhões
Patrimônio líquido R$ 2,6 bilhões

[editar] Ver também

Referências

  1. Folha Online - Dinheiro - BB contrata consultoria para avaliar Nossa Caixa - 07/06/2008
  2. BB negocia com o governo de SP a incorporação da Nossa Caixa
  3. (Wikinotícias) Banco do Brasil negocia a incorporação da Nossa Caixa

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Banco Itaú

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Tipo Pública
(NYSE:ITU)
(Bovespa:ITAU3 / ITAU4)
(BCBA: ITAU4)

O Banco Itaú S.A., sediado em São Paulo, é o braço do Itaú Holding voltado ao setor de varejo, oferecendo serviços de finanças e seguros a mais de 12,4 milhões de pessoas físicas e pequenas empresas. O conjunto de empresas do conglomerado é denominado Grupo Itausa, que é o nome de uma holding que tem o controle acionário de parte das empresas.

Fundado em 1945, o Itaú se tornou o maior banco do hemisfério sul em 3 de novembro de 2008 após anunciar a fusão com o Unibanco.[1]

Índice

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[editar] História

O Banco Itaú propriamente dito foi fundado em 1944, na cidade de Itaú de Minas na época município de Pratápolis, Minas Gerais, mas a história oficial do banco começa em 30 de dezembro de 1943, quando Alfredo Egídio de Sousa Aranha fundou, na cidade de São Paulo, o Banco Central de Crédito. Ainda assim, considera-se o ano de 1945 como o primeiro ano de funcionamento do banco, pois ele só foi autorizado a operar em 1944. Assim, a primeira agência do Banco Central de Crédito foi aberta em 2 de janeiro de 1945.

A pedido do governo federal, o Banco Central de Crédito mudou de nome, em 1952, para Banco Federal de Crédito. Mais tarde, o governo federal usaria o termo “Banco Central” como nome de sua autoridade monetária principal.

Os anos 60 e 70 foram marcados por diversas incorporações, fusões e aquisições, que proporcionaram um rápido crescimento ao banco. A primeira aquisição foi a do Banco Paulista de Comércio, em 1961. Houve a fusão dos bancos União de Crédito e o Itaú América.

Em 1973, após outras mudanças de nome, o banco passa a se chamar apenas Banco Itaú, e foi adotado um logotipo muito parecido com o atual, porém em preto e branco. O logotipo atual surgiria em 1992, com um fundo azul e letras amarelas e ligeiramente menores e mais espaçadas(Itaú, em tupi-guarani, significa pedra escura). Em 1974, foi criada a Itaúsa - Investimentos Itaú, holding que detém controle acionário do banco e de outras empresas.

A partir de meados dos anos 1990, o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso iniciou o processo de privatização de bancos estatais, o qual, juntamente com outras aquisições de empresas privadas do setor bancário e correlatas (como de seguros) alavancaram enormemente a expansão do Itaú na última década. Nesse período, o Itaú adquiriu o Banco Banerj S.A (junho de 1997), Bemge - Banco do Estado de Minas Gerais S.A (1998), o Banestado - Banco do Estado do Paraná S.A. (outubro de 2000) e o BEG - Banco do Estado de Goiás S.A. (2001).

O Bemge foi uma transação de R$ 583 milhões. A instituição adquirida possuía ativos bons de R$ 3,2 milhões e quase um milhão de clientes. No Banestado, o preço de aquisição, com pagamento à vista, foi de R$ 1,6 bilhões, correspondendo a um ágio de 303% sobre o preço mínimo fixado para o leilão. Em retorno, o Itaú levou, além da complementaridade de atividades financeiras, um ativo de R$ 6,6 milhões, mais 239 agências e 551 mil clientes. O BEG, com ativos totais de R$ 1,3 bilhões e 420 mil clientes, foi comprado por R$ 665 milhões. Na época, o estado de Goiás estava em franco crescimento, principalmente na área agroindustrial. Além disso, a transação rendeu ao Itaú um acréscimo de 149 agências, incluindo postos de atendimento, no estado de Goiás, região em que a instituição tinha pouca presença.

Entre estes negócios, também o Banco Itaú fez um movimento inverso à desnacionalização que ocorria no setor bancário na época, comprando bancos estrangeiros, além de representar uma estratégia de marketing para atender a um público (nicho) específico. Em 1995, foi o BFB – Banco Francês e Brasileiro, do qual herdou a marca Personnalitè – que funciona como uma unidade de Private Banking.

Em 1998, a compra do Banco Del Buen Ayre, incorporado ao Itaú Argentina, atual Itaú Buen Ayre, reforçou a atuação do Itaú Holding Financeria no Mercosul.

Em dezembro de 2002, houve a aquisição de 96% do antigo Banco BBA-Creditanstalt (que tinha como sócio minoritário um grupo austríaco) por R$ 3,3 bilhões, liquidada financeiramente em fevereiro de 2003 – levando junto os R$ 7 bilhões de ativos da financeira Fináustria. A maior parte do “prêmio” (ou “ágio, ou “sobrepreço” sobre o valor patrimonial) pago na aquisição foi exatamente pela Fináustria, já que o prêmio num banco de atacado é pequeno, porque este não tem agências, clientes cativos e marcas fortes. Mais precisamente, o preço pago pela Fináustria foi de três vezes o seu patrimônio líquido, cerca de R$ 650 milhões. Pelo banco de atacado, foi de 1,3 vezes o seu patrimônio líquido, ou cerca de R$ 1,85 bilhões. A tesouraria custou pouco mais de R$ 100 milhões. O novo Itaú BBA opera com alguma independência do Banco Itaú.

Também como resultado da aquisição das atividades brasileiras de Private Banking do centenário grupo britânico Lloyds TSB no segundo semestre de 2001, e do canadense Banco Brascan no primeiro semestre de 2002, os clientes pessoa física do Lloyds TSB e do Banco Brascan são agora atendidos pelo Itaú Private Bank.

Em março de 2003, em outra ação estratégica de marketing para atender a um público (nicho) específico, a holding Itausa fez a aquisição de 99,99% do capital do Banco Fiat. A compra foi realizada por intermédio do Banco Itaú junto a Fiat, e custou R$ 897 milhões, valor que representa um ágio (“prêmio”) de R$ 462 milhões ou 1,06 vezes o valor do patrimônio líquido da instituição. A operação incluiu outros elementos de Planejamento Estratégico e de Marketing, como a exclusividade de 10 anos no Brasil para a realização dos financiamentos e leasing de veículos novos em todas as promoções organizadas pela montadora Fiat e na comercialização de quotas do consórcio com a marca Fiat, para consumidores finais. A associação também permitirá que o Itaú forneça serviços financeiros aos atuais e futuros clientes do Banco Fiat e à sua rede de concessionárias para a contratação de financiamentos de veículos, além de utilizar marca Fiat nesse tipo de operação.

Até o ano de 2003, o Banco Itaú S.A. controlava todas as operações brasileiras do Grupo Itaúsa na área financeira. Visando uma melhor organização do conglomerado, em novembro de 2002 teve início uma reforma societária, que passaria o controle acionário para o Banco Itaú Holding Financeira. Assim, o Banco Itaú passou a ser uma subsidiária do Itaú Holding, que controla também o Itaú BBA e Itaucred.

No ano de 2004, foi criada a financeira Taií (controlada pela Itaucred), oferecendo serviços de crédito a pessoas e baixa renda e atuando junto a grandes grupos varejistas (CBD e Americanas), com operações de cartões de crédito.

A parceria está programada para durar 20 anos, mas esse prazo poderá ser prorrogado, dependendo dos resultados. O capital inicial da financeira foi de R$ 150 milhões, sendo cada sócio[ responsável por R$ 75 milhões. Mas o investimento total do Grupo Itaúsa somará R$ 455 milhões, se for incluso o valor do ágio de R$ 380 milhões a ser pago pelo Itaú ao CBD-Pão de Açúcar em até cinco anos, após o cumprimento das metas definidas para a nova empresa.

Em dezembro de 2004, o Itaú e o Banco BMG, de Minas Gerais, instituição de médio porte que compõe um grupo empresarial da família Pentagna Guimarães fecharam uma parceria para a cessão de créditos da carteira de empréstimo consignado a pessoas físicas. O acordo prevê uma liberação mínima de R$ 1,5 bilhão para clientes do Banco BMG num prazo de 36 meses.

Em março de 2005, Banco Itaú e as Lojas Americanas S.A. (“LASA”) anunciam associação com o objetivo da criação de nova instituição financeira. A nova sociedade adquiriu a promotora de vendas das Lojas Americanas, a Facilita Serviços e Propaganda S.A. (“Facilita”), e sua estratégia é permitir a ampliação e aprimoramento da atual oferta de serviços e produtos financeiros no nicho representado pelos clientes das Lojas Americanas, tais como: Cartões Private Label, cartões de crédito com bandeiras de ampla aceitação; crédito direto ao consumidor, empréstimo pessoal, seguros, garantia estendida e outros, notadamente nas classes sociais C e D. A partir de abril de 2006, a marca da financeira Taií também foi colocada no negócio com as Lojas Americanas. Com pouco mais de um ano de existência, a Taií já possuía ao final de 2006 cerca de 4,5 milhões de clientes e 693 pontos de venda, dos quais 154 eram próprios e o restante instalado em áreas da rede CBD, como o Pão de Açúcar, e das Lojas Americanas.

Em dezembro de 2005, o Banco Itaú prosseguiu com as ações estratégicas para o nicho de funcionários públicos e adquiriu através de licitação pública a prestação de serviço de pagamento a servidores ativos e inativos do governo de Alagoas, para um período de cinco anos. O montante mensal de pagamentos é de aproximadamente R$ 90 milhões e inclui pagamento a fornecedores e credores do estado, centralização da arrecadação de todas as receitas estaduais, além da consignação em folha de pagamento. O negócio foi feito com pagamento à vista de R$ 68,1 milhões, superior ao preço mínimo de R$ 42 milhões, fruto da disputa na licitação. Com essa operação, o Banco Itaú terá aumento de 63,8 mil clientes de Alagoas, sendo que 74% estão concentrados em Maceió. Com isso, o Itaú quadruplica a sua base de clientes no estado. Esse pagamento será registrado como “Despesa Antecipada” e reconhecido no resultado no prazo da vigência do contrato. A operação representou também a ampliação dos negócios na Região Nordeste do Brasil, sua rede de atendimento em Maceió, atingindo também todas as regiões de Alagoas com novos pontos de atendimento nas oito principais cidades do interior.

Em maio de 2006, o Grupo Itaúsa comprou, por 2,2 bilhões de dólares, as operações do BankBoston (subsidiário do Bank of America no Brasil, com opção para adquirir as operações do Chile e Uruguai). Os 203 mil correntistas do BankBoston do Brasil serão integrados ao Itaú Personnalité.

O negócio foi efetivado com o pagamento por meio de 68,5 milhões de ações preferenciais do banco. A transação, avaliada em R$ 4,5 bilhões (US$ 2,173 bilhões), dará ao Bank of America (BofA), controlador do BankBoston, participação de 5,8% no capital total do Itaú. A clientela foi incorporada ao Itaú Personnalité.

O grupo Itausa ainda exerceu, no terceiro trimestre de 2006, a opção de adquirir as unidades do BankBoston no Chile e no Uruguai e outros ativos relacionados a clientes da América Latina - inclusive a unidade de Private Banking de Miami. Exercida a opção, a participação do grupo BofA no Banco Itaú subiu para cerca de 7,8%. O valor do negócio com esses ativos na América do Sul (R$ 1,5 bilhão - US$ 700 milhões na época), elevou o montante total do negócio para R$ 6 bilhões (cerca de US$ 2,9 bilhões, ao câmbio médio do período).

No quarto trimestre de 2006, foi vez de ser fechada a compra do Private Banking do BankBoston, que pertenciam ao Bank of America Corporation (BAC), por US$ 155 milhões. Com a operação, o Itaú agrega 5,5 mil clientes, 200 funcionários especializados e US$ 3,666 bilhões em ativos, dobrando a carteira de private banking no exterior. A operação será paga em dinheiro. O valor de US$ 155 milhões incluiu parcela de US$ 100 milhões do patrimônio líquido de duas empresas. A maior delas foi o BankBoston International, banco com sede em Miami, exclusivo para não-residentes, com US$ 2,541 bilhões em ativos; e o BankBoston Trust Company Limited, com sede em Nassau, capital das Bahamas, com US$ 1,125 bilhão em ativos. Os bancos foram comprados pela subsidiária européia da holding do Itaú, a Itaúsa - Investimentos Itaú S.A., o Banco Itaú Europa (BIE), sediado em Portugal, e sua subsidiária, Banco Itaú Europa Luxembourg. O Itaú Private Bank já tem um US$ 19 bilhões em ativos sob gestão, dos quais US$ 8 bilhões custodiados na Europa e nos Estados Unidos.

No primeiro semestre de 2006, conforme noticiado no Jornal O Globo, o Itaú conseguiu superar o Banco Bradesco e obteve o maior lucro já obtido no país nos últimos vinte anos. “O lucro líquido acumulado de janeiro a junho chegou a R$ 4,016 bilhões, 35,7% acima dos R$ 2,958 bilhões dos primeiros seis meses de 2006 e também superior aos R$ 4,007 bilhões anunciados na véspera pelo Bradesco, líder no ranking de bancos do país”.[2]

Em outubro de 2008 , assina contrato milionário com a Confederação Brasileira de Futebol para patrocinar a Seleção Brasileira de Futebol até 2014 , ano em que o Brasil sediará a Copa do Mundo da FIFA. Segundo o jornal Folha de São Paulo , o banco Itaú negocia com a FIFA para ser o patrocinador da Copa do Mundo de 2014 , assim como acontece

[editar] Fusão

No dia 3 de novembro de 2008, o banco Itaú e o Unibanco anunciam a fusão de suas operações financeiras, formando assim a maior instituição bancária privada do Brasil e do hemisfério sul, figurando entre as vinte maiores do mundo.[1]

A fusão, como anunciada pelos próprios banqueiros, foi nomeada de Itaú Unibanco Holding S.A.[3]

[editar] Serviços e segmentação

Agência do Banco Itaú no Rio de Janeiro (RJ)

Agência do Banco Itaú em Caruaru (PE), com identidade visual antiga

[editar] Itaú

É o segmento de varejo do banco, o de maior visibilidade, oferecendo serviços de conta corrente, poupança, cheques especiais, empréstimos pessoais e ao consumidor, cartões de crédito, seguro de residência, vida e acidentes, financiamento de automóveis, planos de previdência privada, administração de ativos e planos de capitalização para pessoas físicas.

[editar] Itaú Personnalité

Um dos pioneiros em seu segmento no Brasil, oferece atendimento personalizado a pessoas físicas que desejam ter assessoria financeira, com renda mensal mínima de R$ 5.000 ou volume de negócios superior a R$ 50.000. Seus serviços abrangem ações, produtos financeiros, fundos, previdência, crédito e seguros.

De acordo com o Relatório Anual de 2005 do banco, o Itaú Personnalité tem 200 mil clientes e conta com 85 agências exclusivas e 6 salas de atendimento em agências Itaú. Esse número, porém, deve ter aumento expressivo em 2006, com a incorporação do BankBoston do Brasil ao Itaú Personnalité. Os correntistas também podem utilizar toda a rede de agências e caixas eletrônicos do Itaú.

A marca Personnalité surgiu em 1987, como nome de uma linha de atendimento exclusivo à “clientela particular” do Banco Francês e Brasileiro (BFB), que operava desde 1987. O BFB foi adquirido pelo Itaú em 1995, dando origem ao Itaú Personnalité.

O slogan do Itaú Personnalité é “perfeito para você”, uma adaptação do slogan do Banco Itaú, “feito para você”.

[editar] Poder público

Estrutura dedicada a órgãos públicos federais, estaduais e municipais. Atua principalmente nos estados do Rio de Janeiro, Paraná, Goiás e Minas Gerais, onde adquiriu bancos estatais no processo de privatização. Em 2005, conquistou a gestão da folha de pagamento e administração de recursos financeiros da prefeitura de São Paulo, com 210 mil novos correntistas. Com isso, o número de servidores públicos que recebem salário pelo Itaú chegou a quase 2 milhões.

No Paraná, onde adquiriu o Banestado em outubro de 2000, o Itaú tinha assegurada a prestação de serviços ao estado até 26 de outubro de 2005. Em junho de 2002, por iniciativa própria, o próprio governo do estado decidiu prorrogar o contrato até 26 de outubro de 2010. Em setembro de 2005, porém, a um mês do vencimento do contrato original, o governo voltou atrás e revogou a prorrogação. O Itaú, desde então, trava batalha na justiça para assegurar a prestação de serviços no estado do Paraná.

[editar] Unidade de Pessoa Jurídica

Serviço especial para pequenas (faturamento anual entre R$ 500 mil e R$ 10 milhões) e microempresas (até R$ 500 mil). É utilizado por cerca de 115 mil das 637 mil pequenas e microempresas clientes do banco (o restante usa serviços padrões). No final de 2005, a UPJ possuía 188 unidades de atendimento exclusivo em agências do Itaú.

[editar] Itaú Empresas

Oferece serviços financeiros para cerca de 32 mil médias empresas (faturamento anual superior a R$ 10 milhões), entre eles: cash management, opções de aplicações, derivativos, seguros, planos de previdência privada, serviços de câmbio, comércio exterior, carteiras de empréstimo e financiamento, operações de giro, aquisição de bens, leasing, repasses do BNDES, exportação e importação, agronegócio, emissão de fianças nacionais e cartas de crédito ao Exterior.

[editar] Institucionais

[editar] Itaú Private Bank

Especializado em consultoria financeira para pessoas físicas com grande patrimônio

Hoje o Itaú Private Bank é o maior no seu segmento no País, e o maior da Amérina Latina

[editar] Taií

Ver artigo principal: Taií

Fundada em 2004, oferece serviços de crédito. Possui uma rede própria de cerca de 110 agências, além de mais de 200 pontos de venda dentro dos supermercados da Companhia Brasileira de Distribuição (Pão de Açúcar, Extra, Extra Eletro, CompreBem e Sendas) e outros 200 pontos de venda nas Lojas Americanas. Controlado pelo Itaucred.

[editar] Itaú BBA

Atende a mais de 1.100 grandes empresas, oferecendo serviços de financiamento a subsidiárias de empresas brasileiras estabelecidas no exterior (em mais de 20 países), operações de câmbio pronto com volumes anuais superiores a US$ 13 bilhões e abertura de novos mercados para as exportações dos clientes, com operações contratadas para vários países na África, no Leste Europeu e Oriente Médio. Atua com independência ao Banco Itaú, sendo uma subsidiária do Itaú Holding.

[editar] Ver também

Commons

O Wikimedia Commons possui multimídia sobre Banco Itaú

Referências

  1. 1,0 1,1 Folha Online (3 de novembro de 2008). Itaú e Unibanco anunciam fusão. Página visitada em 3 de novembro de 2008.
  2. O Globo Online - Itaú supera o Bradesco e tem o maior lucro do país.
  3. MSN Dinheiro Notícias. 3/11/08

[editar] Bibliográficas

[editar] Ligações externas


Itaúsa - Investimentos Itaú


Obtido em “http://pt.wikipedia.org/wiki/Banco_Ita%C3%BA

B2W

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B2W(Business to World) ou B2W Companhia Global do Varejo é a maior empresa do comércio varejista on-line do Brasil, fruto da fusão entre Americanas.com e Submarino.com. O grupo Lojas Americanas possui o controle acionário, com 53,25% da nova empresa; 46,75% caberá ao Submarino.com.Entretanto,de acordo com dados de outubro de 2008,As Lojas Americanas possuem 54,56% do capital social da empresa.Do restante,42,88% das ações está em livre circulação no mercado e 2,56% das ações estão na Tesouraria da empresa. A nova empresa nasce com cerca de 50% do setor de vendas on-line no país, e há uma perspectiva de expansão por diversos canais de distribuição, com o objetivo de competir com as maiores empresas do varejo tradicional. [1]

A B2W tem planos para expandir suas operações para outros países da América Latina, bem como a Índia. [2] A nova empresa terá valor de mercado de cerca de R$ 6,5 bilhões, [3] a terceira maior do setor no mundo. [2]

Referências

  1. FolhaOnLine - Submarino e Americanas.com anunciam fusão das operações
  2. 2,0 2,1 IstoÉDinheiro - Os capitães da Internet
  3. Ministério da Fazenda do Brasil - Resenha Eletrônica

[editar] Ligações externas


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Aracruz Celulose

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Aracruz Celulose S.A. é uma empresa brasileira sediada no município de Aracruz, no Espírito Santo.

Ela é a maior produtora mundial de celulose branqueada de eucalipto, respondendo por 24% da oferta global do produto. Possui uma unidade fabril de Aracruz, em Guaíba no Rio Grande do Sul e em Eunápolis, na Bahia, sendo esta última uma joint-venture com a empresa sueco-finlandesa Stora Enso, denominada Veracel.

A celulose produzida é destinada à fabricação de papéis de imprimir e escrever, papéis sanitários e papéis especiais de alto valor agregado.

Índice

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[editar] Histórico

O controle acionário da Aracruz é exercido pelos grupos Safra, Lorentzen e Votorantim, com participação acionária de 28% cada e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, com participação de 12,5%. As ações preferenciais da Aracruz (56% do capital), são negociadas nas Bolsas de Valores de São Paulo (Bovespa), Madri (Latibex) e Nova York (NYSE).

A Aracruz é a única empresa do setor florestal no mundo a estar na lista de empresas do Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI World) 2007/2008, da Bolsa de Valores de Nova York, que destaca as melhores práticas em sustentabilidade corporativa no mundo. O indicador é composto por 318 empresas de 24 países no total, sendo sete delas brasileiras. O DJSI é composto por ações de companhias de sustentabilidade corporativa, ou seja, segundo os critérios daquela instituição, são empresas capazes de criar valor para os acionistas no longo prazo, por conseguirem aproveitar as oportunidades e gerenciar os riscos associados a fatores econômicos, ambientais e sociais.

[editar] Estrutura de Operações

A Aracruz Celulose tem uma capacidade nominal de produção, de cerca de 3 milhões de toneladas anuais de celulose branqueada de eucalipto, e está distribuída pelas Unidades Barra do Riacho - ES (2,1 milhões de t), Guaíba - RS (430 mil t) e Veracel - BA (450 mil t, ou metade da capacidade total da unidade).

Em São Paulo-SP está localizado o seu escritório de administração.

No Espírito Santo, seu complexo industrial é constituído de três fábricas de celulose, e um porto privativo especializado, o Portocel, através do qual exporta grande parte da sua produção .

No Rio Grande do Sul, a unidade Guaíba, localizada no município de Guaíba (RS), opera uma fábrica com capacidade nominal de 430 mil toneladas anuais de celulose. A unidade destina parte desse volume à produção de cerca de 50 mil toneladas anuais de papel para imprimir e escrever, basicamente destinadas ao mercado doméstico.

Um terceiro complexo fabril - a Veracel Celulose, com capacidade nominal de 900 mil toneladas anuais de celulose - está situado no município de Eunápolis, no sul da Bahia. Trata-se de uma parceria da Aracruz com o grupo sueco-finlandês Stora Enso, em que cada empresa detém 50% de participação acionária e da produção.

No extremo sul da Bahia, em associação com o grupo Weyerhaeuser dos EUA, a Aracruz produz produtos sólidos de madeira, a partir de seus plantios de eucalipto renováveis, destinados às indústrias de móveis e design de interiores, do Brasil e do exterior.

A Aracruz Celulose conta ainda com escritórios nos Estados Unidos (Miami), Europa (Suíça) e na Ásia (Hong Kong)

[editar] Florestas

Suas operações florestais alcançam os Estados do Espírito Santo, Bahia, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, com aproximadamente 279 mil hectares de plantios renováveis de eucalipto, intercalados com cerca de 154 mil hectares de reservas nativas, dispostos de modo a formar corredores ecológicos, permitindo a preservação e expansão de espécies da fauna e da flora nas regioões onde atua, principalmente as regiões de Mata Atlântica. A empresa afirma manter programas de monitoramento ambiental, de incêndios, relações com vizinhos e vigilância ambiental com o objetivo de proteger seu patrimônio ambiental e apoiar as comunidades localizadas no entorno dos seus plantios.

A empresa também afirma estimular o plantio de eucalipto por terceiros através do Programa Produtor Florestal, que abrange cerca de 88 mil hectares contratados com mais de 3 mil produtores rurais no Espírito Santo, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Com esse programa, os produtores fazem plantios de eucalipto consorciados com outras culturas, como plantio de alimentos e criação de animais.

[editar] Críticas à empresa [1]

A Aracruz é acusada internacionalmente por ativistas de movimentos sociais e ambientalistas de ocupar terras de povos indígenas e quilombolas. No Espírito Santo, a empresa esteve em longo litígio com os índios tupiniquins e Guarani Mbyá devido à reinvidicação das terras por parte dos índios[2].

Também é criticada pela poluição das águas e do ar e por supostamente causar poluição devido a dioxinas, material cancerígeno gerado pela produção de celulose, afetando as condições de sobrevivência de grupos tradicionais, como indígenas e quilombolas.

As grandes extensões de terras ocupadas pela empresa nos diversos estados brasileiros estariam colaborando com o êxodo rural e inchaço das favelas. Por outro lado, os fazendeiros, temendo invasões de grupos politicamente organizados como o MST alienam suas propriedads às empresas de silvicultura, sejam nacionais (como Aracruz e Votorantin ) ou multinacionais (Stora Enso}. A Aracruz recebe incentivos fiscais dos governos e é acusada de gerar muito menos empregos que as atividades rurais convencionais, que deixam de existir após instaladas as monoculturas estensivas de árvores exóticas, chamadas desertos verdes. O crescimento rápido das espécies plantadas é acusado de exaurir os recursos hídricos e naturais do solo.

[editar] Referências

  1. Adital (2006). Deserto verde
  2. Agência Brasil, 2007.Acordo entre Aracruz Celulose e índios põe fim a antiga disputa por terras no Espírito Santo.

[editar] Ver também

[editar] Ligações externas


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América Latina Logística

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Principais pessoas Bernardo Hees
(presidente atual)
Faturamento R$ 2,4 bilhões (2007)

A América Latina Logística (ALL) é uma empresa brasileira do setor de logística ferroviária.

Seu controle e exercido pela GP Investimentos, empresa de administração de ativos comandada por Jorge Paulo Lehmann, Carlos Sicupira, Marcel Telles em conjunto com a Delara.

Em 2006 adquire o controle da Brasil Ferrovias e da Novoeste Brasil.

Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles, compram em janeiro de 2008 [4], 8,3% do capital da ferrovia americana CSX.

Índice

[esconder]

[editar] Histórico

ALL no Porto de Paranaguá

Ferrovia Sul Atlântico foi uma ferrovia brasileira. A empresa iniciou suas atividades em 1 de março de 1997. Um grupo econômico venceu o processo de privatização da malha ferroviária sul dos estados do Paraná, Santa catarina e Rio Grande do Sul em 13 de dezembro de 1996 e lhe deu este nome.

Em dezembro de 1998, por meio de um contrato operacional com a FERROBAN, passou a operar também no trecho sul de São Paulo. Em agosto de 1999 adquiriu as ferrovias Argentinas MESO e BAP, dobrando a extensão de sua malha e sendo renomeada como ALL. Em julho de 2001 integrou a totalidade dos ativos e atividades da Delara, dando origem à maior empresa de logística da América Latina.

[editar] Ver também

América Latina Logística
Mapa
Mapa América Latina Logística
Abreviações ALL
Local de operação Sul e Sudeste
Tempo de operação 1997–presente
Bitola  
Sede Curitiba, Paraná, Brasil

[editar] Ligações externas

Referências

  1. ALL reverte perdas e fecha 2007 com lucro de mais de R$ 216 mi
  2. ALL registra lucro líquido de R$ 216,8 milhões
  3. Nossa Gente
  4. Revista Ferroviária
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AmBev

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Nota: este artigo é sobre a empresa AmBev, subsidiária da empresa InBev. Se procura o artigo sobre essa empresa, consulte InBev.

 

A Companhia de Bebidas das Américas - AmBev é uma indústria privada de bens de consumo do Brasil, tendo nascido da fusão entre a Antarctica e a Brahma. Esta última era controlada pelos antigos donos do Banco Garantia: Jorge Paulo Lehman, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles; estes dois últimos acabaram virando dirigentes da AmBev.

Dentro de um processo controverso, a Ambev associou-se à cervejaria belga Interbrew e o resultado desta associação foi a criação da InBev, uma das principais cervejarias do mundo. Há dúvidas se a Ambev continua a ser uma empresa nacional, ou se é apenas uma subsidiária da Interbrew/Inbev[carece de fontes?].

A Ambev domina boa parte do mercado de bebidas no Brasil, onde também produz e distribui a marca Stella Artois no Brasil[carece de fontes?].

Índice

[esconder]

[editar] Produtos

[editar] Cervejas

[editar] Outras bebidas

[editar] Ligações externas

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